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terça-feira, 20 de agosto de 2013

5 erros do treinamento

É sempre bom lembrar de alguns erros que, via de regra, são cometidos, mesmo por quem já malha faz tempo

1. Sacrificar horas de sono porque quer treinar. Quem pratica atividade física dorme melhor, até porque precisa descansar bem. Se você precisa levantar cedo para treinar, procure ir para cama um pouco mais cedo. Sua saúde e seu rendimento agradecem.

2. Concentrar-se em apenas uma parte do corpo. Trabalhar só as pernas, porque você corre, ou o abdômen, porque gostaria de vê-lo tonificado, cria desequilíbrios. 

3. Fazer sempre a mesma coisa. 
É chato, pouco estimulante, física e mentalmente, e menos saudável. O corpo e o rendimento se beneficiam do treino variado. Atletas de resistência devem treinar força ao menos duas vezes por semana. E os aficionados em academia, fazer algum exercício aeróbio ao menos nos fins de semana. 

4. Exagerar ou pegar leve demais. 
Se você costuma exagerar na intensidade   ou no volume dos treinos, é bem provável que seja acometido pelo overtraining, que pare de evoluir ou que não consiga manter o ritmo dos treinos. Por outro lado, se não alcança uma intensidade mínima, o exercício ficará chato e pouco motivante. Siga um plano de treinamento.

5. Não alimentar-se bem.  Claro, há alguns afortunados que não engordam por mais que comam. Mas há também os que cometem o erro de abusar na mesa só porque estão treinando. Durante o treino são geradas toxinas e radicais livres que devem ser neutralizados por meio de uma dieta variada, colorida e rica em antioxidantes. 


Fonte: Revista Sport Life - 07.08.13


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Incentivo dos pais é importante para a criança gostar de praticar esportes

Pais que praticam atividade física se tornam um modelo para as crianças.
Tornar o esporte uma diversão também ajuda os filhos a se exercitarem.


Para uma criança crescer com o hábito de praticar atividade física, é importante que ela tenha o incentivo dentro de casa desde pequena. No entanto, hoje em dia, é mais comum que elas tenham acesso a jogos eletrônicos, o que contribui muito para o crescimento do sedentarismo entre os pequenos.
Por isso, o estímulo dos pais pode ser crucial para tirá-los um pouco desse mundo virtual e ajudá-los a criarem um hábito saudável que pode ser levado para o resto da vida, como alertou o médico do esporte Gustavo Magliocca no Bem Estar desta sexta-feira (14).
Existem tantas opções, como futebol, judô, basquete, vôlei, surfe e balé, que podem ganhar a atenção das crianças. Por isso, os pais devem incentivá-los a experimentar todos até que encontrem o ideal e o que lhes dê maior prazer e vontade de continuar. Porém, no caso do esporte, a abordagem deve ser um pouco mais cuidadosa – se os pais estimulam, por exemplo, a competitividade e criam expectativas em relação ao desempenho dos filhos, isso pode gerar diversos tipos de frustrações para toda a família e fazer com que a criança desista da atividade.
Bem Estar - Infográfico sobre sedentarismo (Foto: Arte/G1)
Foi o que aconteceu com o Arthur Pegorelli, de 11 anos, que desistiu do judô porque começou a perder nos campeonatos.
Segundo o especialista em educação pelo esporte William Oliveira, a competição pode até existir, mas deve ser adequada para a idade da criança. Ou seja, não adianta colocar um bebê de 3 anos para fazer um exercício que envolva habilidade motora, como o futebol, por exemplo, porque ele vai se frustrar.
Treinos muito intensos e de longa duração também não são recomendados para os mais novos - estima-se que eles devam praticar cerca de 60 minutos de atividade física moderada por dia, sem excessos.
Para evitar que eles abandonem qualquer ou esporte ou ajudar até mesmo os adultos, a dica do ex-jogador Juliano Belletti é tornar o exercício uma diversão, uma brincadeira, sem cobranças.
Outra maneira de ajudar crianças e adolescentes a despertarem o gosto pelo exercício físico é levá-los aos parques ou locais abertos, onde podem brincar com skate, patins e até mesmo participar de esportes, como recomendou o ex-jogador.
Fora isso, é importante também valorizar e incentivar os acertos das crianças, jamais apontar só os erros que cometem durante o esporte para que elas não se sintam desestimuladas. Por isso, pais e treinadores devem sempre dar um retorno em relação ao desempenho de filhos e alunos, mas sem cobranças, apenas em uma conversa tranquila.
Porém, para esse desafio se tornar mais fácil, os pais precisam também praticar atividade física e não apenas darem o exemplo, mas serem o exemplo. De acordo com o médico do esporte Gustavo Magliocca, quando a pessoa envelhece, ela vai perdendo o interesse pela atividade física.
Dados mostram, por exemplo, que um sedentário pode perder 25% de massa muscular dos 30 aos 60 anos de idade - cerca de 0,8% ao ano. Essa perda aumenta ainda mais depois dos 60 anos, quando ocorre ainda o aumento da gordura corporal, tudo isso por causa da falta da atividade física no dia a dia.
Fonte: Programa Bem Estar - 14.06.13

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Gordura Localizada, quem não tem???

Quem não quer um corpinho sarado e sem os temíveis pneuzinhos, gordura em excesso... Mas por outro lado desempenha um papel importantíssimo no funcionamento do nosso organismo como:
Proteção: ela funciona como escudo protetor contra o traumatismo dos órgãos vitais , até  4% da gordura corporal total desempenha essa função;
Isolamento: aumentam a capacidade das pessoas de tolerar os extremos de exposição ao frio, transformando gordura em energia para manter o equilíbrio da temperatura.
Transporte de vitaminas: importante no transporte de 4 vitaminas :A, D, E e K. Assim sendo, a eliminação ou a redução significativa da gordura da dieta pode resultar num menor nível dessas vitaminas.
A gordura localizada é um aumento do estoque de gordura em determinados lugares mais que outros, em outras palavras é aquela gordura que se mantém inalterada quando engordamos ou emagrecemos, não somem com ginástica, massagem ou redução de peso. Apenas com os recursos estéticos não  conseguimos trabalhar essa disfunção, uma interação entre dieta e exercícios físicos são fundamentais para o resultado do tratamento.

Classificação para distribuição da gordura localizada:
Maçã: predominância de gordura na região abdominal e seios, mais comum em homens e mulheres na menopausa ou com problemas hormonais, acarreta sérios risco a saúde como doenças do coração, diabetes e hipertensão, embora todo o excesso de gordura seja prejudicial esse tipo é o mais preocupante e difícil de tratar;
Pêra: gordura localizada na região de quadris, aparece com mais freqüência nas mulheres;
Ampulheta: cintura fina e quadril largo;
Retangular: acúmulo de gordura na região abdominal e quadril.

Locais de maior acúmulo de gordura nas mulheres:
1- abdômen inferior; 2- abdômen superior; 3- flancos; 4- cultores; 5- interno de coxas; 6- interna dos joelhos; 7- dorso inferior; 8- dorso superior; 9- sub- glúteos; 10- posterior dos braços (Tríceps).
Soluções para eliminar de vez a gordura localizada:

Dietoterapia: O primeiro passo é reeducar a alimentação, diminua a ingestão de frituras, embutidos, refrigerantes, doces e massas, prefira alimentos integrais, gorduras boas, carnes magras e sucos naturais! Dica: não fique horas sem comer, o organismo entende que precisa armazenar mais  gorduras, no caso de faltar energia nesse intervalo. Coma pequenas porções a cada 3 horas, isso aumenta o metabolismo.
Exercícios físicos: Já estamos cansados de saber, mas o exercício é fundamental para eliminar gordura, pois em esforço o corpo usa de suas reservas para gerar energia, o que significa queimar o excesso.
Elimine o stress: Durante uma crise de stress o cérebro libera uma substância chamada cortisol, o qual tem afinidade com um receptor localizado no adipócito (célula que armazena gordura), responsável por armazenar mais gordura!

Tratamentos estéticos:
Carboxiterapia: O gás injetado no tecido gorduroso, rompe as células de gordura, e essa gordura será eliminada pela urina. É indicado fazer no mínimo 2 e no máximo 3x na semana, o número de sessões total necessária vai depender da quantidade de gordura no local.
Ultra som: O ultrassom emite ondas sonoras que promovem vibrações mecânicas nos tecidos subcutâneos. Essas vibrações aumentam a circulação local e alteram a permeabilidade da membrana das células de gordura, favorecendo o extravasamento do seu conteúdo que será reabsorvido e eliminado pelo organismo. Também deve ser associado a outros tratamentos, sendo feito em dias intercalados.
Criolipólise: É um tratamento novo,processo é feito por um aparelho que faz sucção e congelamento da gordura localizada em uma temperatura aproximadamente 5 graus, o aparelho age superficialmente, sem cirurgias, ou contato direto com a gordura e ainda é possível mandar embora até 40% da gordura indesejada. É indicado 1 sessão a cada 45 dias, no mesmo local, totalizando no máximo 3. Seus resultados começam a aparecer após 15 dias, podendo chegar até 4 meses para o resultado final! Mas vale a pena esperar!!! Os resultados são fantásticos! Esse tratamento pode ser associado a drenagem linfática, ultra som ou carboxiterapia, sempre respeitando os intervalos e as orientações passadas pelo profissional!

Fonte: Blo da Lele - 28.02.13

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Estabelecer metas e planejar a rotina ajudam a ter vida saudável


Alimentos pequenos e fáceis de carregar são boas opções para o dia a dia. Médico alerta também para importância de encaixar o exercício na agenda.

O médico do esporte Gustavo Magliocca e o especialista em administração do tempo Sérgio Guimarães deram dicas para incorporar hábitos saudáveis dentro da rotina para melhorar a alimentação, o sono, o bem-estar e também sair do sedentarismo, tudo sem perder tempo e ganhando cada vez mais qualidade de vida.

Os especialistas mostraram que é possível levar uma vida saudável planejando e administrando o tempo e a rotina e estabelecendo pequenas metas para chegar ao objetivo final. Segundo o médico do esporte Gustavo Magliocca, o grande problema que faz as pessoas sempre adiarem ou desistirem, no entanto, é focar somente no objetivo final - ou seja, se o resultado demorar, a pessoa acaba desmotivada.

A primeira dica foi em relação à alimentação. Para começar a comer bem e dar o primeiro passo, é preciso antes pensar em como está a dieta. Será que você come bem? De 3 em 3 horas?

Uma solução para quem precisa mudar é optar por alimentos 'portáteis', ou seja, pequenos e mais fáceis de comer e carregar, como nozes, castanhas, amêndoas, uvas, maçãs, cenouras pequenas e até tomates cereja. Além disso, para evitar o jejum prolongado, a dica é colocar um alarme no celular para se lembrar de comer a cada 3 horas.

Nos supermercados, há ainda as opções de alimentos "on the go", práticos para carregar na bolsa e comer a hora que der, como mostrou a reportagem do Phelipe Siani. O conceito começou com a barra de cereal, mas se expandiu para outros produtos, como salada de frutas, salada que já vem com o molho e o garfo, granola, iogurte, frutas secas e diversas outras opções que podem substituir os alimentos mais calóricos e influenciar no modo de vida.

É preciso ainda pensar na importância da atividade física, como alertou o médico do esporte Gustavo Magliocca. Segundo o especialista, o exercício não precisa estar necessariamente na academia - até mesmo a escada do trabalho ou de casa pode ser uma aliada para sair do sedentarismo. Além disso, para não perder a motivação, a dica é colocar um sapato confortável, como um tênis, logo na entrada de casa para se incentivar a correr ou caminhar logo que chegar.

A atividade física, inclusive, é um hábito fundamental que pode ajudar a melhorar a qualidade do sono. Dormir é essencial para ter bem-estar no dia a dia e existem duas dicas importantes para ajudar a pegar no sono: apagar as luzes e tomar um banho morno antes de ir para a cama são medidas fundamentais e que podem causar grandes mudanças na disposição no dia seguinte.

Com uma boa noite de sono, é possível ainda evitar irritações e mau humor ao longo do dia. Caso você perceba que anda muito irritado ou estressado, a dica é fazer pausas durante o trabalho, por exemplo, e se possível, desabafar e conversar com amigos e colegas.

Fonte: Portal de EF - maio/2013

terça-feira, 16 de abril de 2013

Atividade física modifica o cérebro

Pesquisa recente sugere que efeitos benéficos de exercícios físicos não se limitam apenas ao corpo. Praticar uma atividade física influencia na saúde cerebral.
 
Os resultados mostraram que as pessoas fisicamente ativas foram mais rápidas nos testes de atenção e memória.
Praticar atividade física pode modificar a estrutura e o funcionamento do cérebro. É o que aponta um estudo publicado recentemente pela revista Neurobiology of Aging sobre a importância de um estilo de vida fisicamente ativo na saúde cerebral.
 
Na pesquisa, um grupo de investigadores da Universidad de Uppsala, na Suécia, questionou 331 homens e mulheres com idades de 75 anos sobre a quantidade de exercício físico que realizavam semanalmente. Esse mesmo grupo foi submetido a diversos exames, entre eles ressonância magnética, para avaliar desde a estrutura do cérebro até a capacidade cognitiva de cada um.
 
Os resultados mostraram que as pessoas fisicamente ativas foram mais rápidas nos testes de atenção e memória. Também foi observado nesse grupo um volume maior de massa cinzenta - a que processa a informação no cérebro.
 
O estudo conclui que praticar exercícios físicos é uma ação das mais relevantes na saúde mental, principalmente dos idosos.
 

Fonte:Universia 3/4/2013

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ganho de peso na gestação - benefícios do exercício

Um dos maiores medos da mulher na gestação é engordar e é comum ouvirmos mulheres dizendo que engordaram 20-25 kilos durante a gravidez. Além da estética será que existe algum perigo para o excessivo ganho de peso durante a gravidez, existe riscos para a mulher e para o bebê associados a esse aumento de peso?

De fato a mulher tem que aumentar o seu peso e esse é distribuído entre o conteúdo feto-placentário e mais os tecidos da mulher que também aumentam como coração, mamas, líquidos, e é claro, a gordura.

Durante a gestação, existem duas fases metabólicas bem definidas:

- Ganho de Peso na Gravidez (no primeiro e segundo trimestres)

No primeiro e segundo trimestres há o crescimento fetal mínimo e nessa fase há o grande perigo do aumento da gordura porque a mãe além do metabolismo alterado, ela tem mais fome e come mais, processo denominado hiperfagia, resultando então no aumento do peso corporal materno, especificamente pelo grande acúmulo de gordura. Portanto o ganho de peso na gestação se dá pelas mudanças teciduais e gordura.

Uma das maravilhas é que todo esse processo faz com que a mulher durante a gestação poupe sua glicose para o seu bebê. Há uma inversão metabólica em seu organismo fazendo com que ela estoque gordura para ter alimento para ela e disponibilizando dessa forma a quantidade adequada de glicose para crescimento e formação do bebê.

- Ganho de Peso na Gravidez (no último trimestre)

No último trimestre, há o intenso crescimento fetal, que é sustentado pela transferência de nutrientes da circulação materna. O acúmulo de gordura cessa e em muitos casos, há até queda nos depósitos de gordura. Especialmente nesse período (terço final), os pesos fetal e placentário aumentam aceleradamente elevando as necessidades calóricas à custa do metabolismo materno.

Iniciar a gestação com sobrepeso, obesidade ou ganhar peso excessivo durante, são fatores de risco e podem levar a gestante ao desenvolvimento de hipertensão arterial e pré-eclâmpsia. Há o risco também de desenvolvimento de diabetes gestacional que está associado a um crescimento fetal exagerado (macrossomia fetal). Essas situações podem provocar riscos obstétricos durante o parto e obesidade pós-parto. Cerca de 45% das mulheres obesas no mundo ganharam peso após a gravidez.

Benefícios do Exercício na Gestação

Um dos benefícios com a prática de exercícios na gestação é auxiliar no controle do ganho de peso, controlando dessa forma o ganho de gordura (aumento da adiposidade).

O controle no ganho de peso durante gravidez também está associado a um melhor controle da pressão arterial, prevenindo pré-eclâmpisa e eclâmpsia; e prevenção de diabetes gestacional.

Todos esses benefícios levam a redução de complicações no parto, favorecendo a saúde da mulher e do bebê.

Fonte: Gizele Monteiro - portal Mais Vida Gestante

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Você malha só para emagrecer? Saiba mais 9 razões para se exercitar

Apesar de não substituir as consultas regulares a um médico, descubra outros nove bons motivos para começar a malhar, que não seja somente diminuir os ponteiros da balança, de acordo com o site 'Huffpost Healthy Living'

Saúde do coração: o exercício faz o coração bombear sangue, já que o órgão nada mais é do um músculo. O resultado? Um coração mais forte e saudável. Aproveite, já que números do Ministério da Saúde mostram que em 2009 (último dado consolidado), o Brasil teve 319 mil óbitos causados por doenças cardiovasculares, o equivalente a 31% das mortes naquele ano.

Melhora da performance no trabalho: há vários estudos que fazem uma relação direta da prática de atividade física com o aumento da produtividade no trabalho. Alguns pesquisadores acreditam que o exercício possibilita a chance de limpar a mente, enquanto outros pensam que o principal motivo são as endorfinas liberadas, fazendo com que a pessoa se sinta mais preparada para assumir novas tarefas.

Ossos mais fortes: sua malhação inclui treinamento com peso? Se não, você deveria repensar o fato. Se quiser ter ossos fortes e saudáveis com o passar da idade o levantamento de peso pode ajudar na luta contra a osteoporose, além de agregar massa magra ao organismo.

Pele mais clara: é inevitável, malhar é sinônimo de suar. Mas vai além. A verdade é que, à medida que você lava o rosto com um produto que limpa a pele após o exercício, há um aumento de fluxo sanguíneo na sua face, fazendo com que haja uma liberação da sujeira após a transpiração. O resultado é uma redução da acne.

Mais energia: você pode até se sentir muito feliz por ter resistido a uma aula exercícios pesados sem sucumbir. Mas um dos maiores benefícios da atividade física é o aumento da energia que vem depois. Pessoas que malham regularmente relatam menos fadiga e um acréscimo geral de energia. E quem não quer isso.

Melhora do sono: o que mais o exercício pode fazer? Ao malhar de três a cinco vezes na semana há uma melhora da qualidade do sono de diversas maneiras. Primeiro, você respira com maior regularidade. Em segundo lugar, o seu corpo está mais cansado, então você dorme profundamente. Nem o vizinho mais bagunceiro conseguirá acordá-lo.

Menos dias doentes: sabe aquele colega de trabalho que raramente fica doente? A menos que a pessoa tenha uma genética fantástica, o segredo está na prática de atividade regular e moderada, fazendo com que seu corpo esteja mais preparado para combater o resfriado comum, gripe e outros problemas. Mas não exagere, malhação em excesso pode deixá-la doente.

TPM: os exercícios podem ajudar a aliviar os sintomas da TPM, como dores e as flutuações de humor.

Você mais feliz
O fato é que, mesmo se você odeia se exercitar, provavelmente se sentirá muito bem depois de suar. Isso porque o cérebro libera endorfinas, proporcionando uma melhora do humor por horas e até dias. Além disso, à medida que você fica mais forte e saudável, torna-se confiante e com a autoestima lá em cima. Não perca tempo e já para a malhação

http://www.terra.com.br
Fonte: Terra 22/2/2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Exercícios aeróbicos mantém a pessoa magra ao longo da vida

Ginástica ajuda a manter metabolismo ativo e evita ganho de peso

Ganhar peso ao longo da vida é um problema comum ao ser humano. Com a idade, o metabolismo desacelera e o acúmulo de gordura se dá de forma progressiva.

Porém, com alimentação equilibrada e a prática de exercícios constantes é possível manter o mesmo manequim de jovem. De acordo com um estudo americano, aqueles que têm dificuldade de engordar e se encontram com o peso dentro da normalidade, precisam de apenas uma hora por dia de exercícios.

No entanto, homens e mulheres que se exercitam menos de 420 minutos por semana, apresentam um ganho de peso maior se comparado aqueles que têm uma vida ativa e mantém uma rotina de exercícios diários.

Ainda segundo o estudo, a partir de uma idade os exercícios passam a ter uma importância fundamental na vida do ser humano. Exercícios aeróbicos como corrida, ginástica aeróbia (jump, sppining, etc), natação e até mesmo uma caminhada rápida ajudam a evitar o ganho de peso, pois eles têm o poder de acelerar o metabolismo mesmo quando o corpo está parado.

http://noticias.r7.com/saude
Fonte:portal R7 26/1/2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Estudo: excesso de açúcar é tão prejudicial quanto o cigarro

O açúcar é um veneno e deveria ter sua venda controlada assim como o cigarro e o álcool. A radical afirmação é a conclusão de cientistas americanos, que atribuem o consumo excessivo de açúcar em alimentos e bebidas ao crescimento de doenças como obesidade, câncer, problemas no coração e no fígado. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Eles acreditam que isso contribui para a morte de 35 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo, o que na opinião dos pesquisadores é motivo suficiente para haver um maior controle e uma legislação mais rígida neste sentido. Em um artigo intitulado "A verdade tóxica sobre o açúcar", publicado no jornal Nature, os cientistas afirmaram: "um pouco não é um problema, mas muito mata - lentamente", sentenciaram.

Eles alertam, ainda, que a obesidade atualmente representa um problema maior do que a desnutrição em todo o mundo. Eles reforçam que o açúcar não só contribui para a obesidade, mas afeta o metabolismo como um todo, aumenta a pressão arterial, desequilibra os hormônios e faz mal ao fígado. Os danos causados também estão associados ao abuso do álcool - feito com açúcar destilado.

Os pesquisadores mostram que, assim como o álcool, o açúcar está disponível em larga escala, o que induz o abuso. Eles acreditam que a restrição seria mais efetiva do que educar as crianças sobre dietas ou exercícios físicos.

Sendo assim, o estudo sugere que a taxa sobre os refrigerantes seja dobrada, o que poderia reduzir sua venda; assim como regulamentações mais rígidas em escolas e lanchonetes. O artigo mostra também que o consumo de açúcar atual representa o triplo do que era consumido há 50 anos. Outras linhas de pesquisa se opõem a esta teoria, afirmando que a chave para a boa saúde está em uma dieta variada, incluindo atividades físicas.

Fonte: terra saúde

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Lipo sem exercícios pode ser perigosa, diz estudo

Fazer lipoaspiração sem praticar exercícios regulares no pós-operatório pode causar aumento da gordura visceral, localizada na região entre os órgãos. Esta gordura aumenta o risco de complicações cardiovasculares, de acordo com um estudo da Escola de Educação Física e Esporte da USP.

Foram recrutadas 36 mulheres, com Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo de 30 para fazer lipoaspiração na região abdominal. O grupo foi dividido em "mulheres treinadas" e "mulheres sedentárias". Dois meses depois da cirurgia, o primeiro foi submetido à uma série de exercícios de força e aeróbicos, por três vezes semanais, durante quatro meses e o segundo permaneceu sem fazer atividades regulares.

As mulheres sedentárias ganharam 10% de gordura visceral. Já no grupo de mulheres treinadas, não houve aumento da gordura visceral. Uma possível explicação é o fato deste tipo de gordura ser metabolicamente ativa e mais responsivo ao aumento das concentrações de adrenalina que ocorrem durante o exercício físico. Além disso, as atividades preservaram o gasto energético das mulheres treinadas.

O peso foi recuperado em ambos os grupos. No caso das mulheres sedentárias, o peso retornou possivelmente pelo novo ganho de massa gorda. A retirada de massa gorda ocasiona, ainda, a queda nos níveis do hormônio adiponectina, que tem efeito benéfico no corpo. Ele regula a sensibilidade da insulina que, quando alterada, pode gerar uma série de consequências danosas para o corpo, dentre elas a mais conhecida é a diabetes.

http://saude.terra.com.br
Fonte:Portal Terra 9/11/2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Música faz diferença na hora de obter resultados

Para quem acha que a música não influencia nos resultados do exercício físico e seus benefícios, é hora de pensar novamente.

Um recente estudo, conduzido pelo Instituto de Pesquisa de Esporte e Ciências do Exercício, da John Moores University (Liverpool/Inglaterra), investigou o efeito do ritmo da música no desempenho do exercício. Os participantes se exercitaram em uma bicicleta estacionária ouvindo música e, sem o conhecimento deles, o ritmo da música era aumentado ou diminuído em 10%.

O estudo apontou que, quando o ritmo era mais lento (diminuído 10%) os participantes pedaralam mais lentamente, assim como dimunuiam sua frequência cardíaca e intensidade no geral. Em contrapartida, quando o ritmo era mais acelerado (aumentado 10%), a frequência cardíaca aumentava, além da velocidade, cadência e potência.

A pesquisa também levantou que 36% dos participantes gostaram mais de permanecer em exercício quando a música estava em um ritmo mais acelerado.

O Consultor Técnico e Fisioterapeuta da Les Mills, Bryce Hastings, comenta: "Quando criamos cada novo mix (aula), nós damos atenção especial para a escolha musical, pois como já percebíamos ela tem o poder de ajudar os participantes a ter um ótimo treino. Claro, isso dirigido por Instrutores altamente qualificados e um excelente Coaching também contribuem para essa "experiência". E é bom saber que a ciência está nos apoiando."

Fonte: Les Mills 13/10/2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Uma ajuda para largar o cigarro

Trocar o sofá pela academia é um grande passo para abandonar o vício sem muito sofrimento e, de quebra, atenua boa parte das consequências do fumo

Um novo prazer
Cientistas do Hospital Miriam, nos Estados Unidos, garantem que a musculação dobra as chances de o esforço de deixar a dependência ao tabaco ser bem-sucedido. A atividade traz bem-estar, sensação que antes viria do cigarro. E, com isso, diminui o risco de uma recaída.

Sem quilos a mais
Os fumantes temem que, ao pararem com as tragadas, engordarão — e o apetite de quem tem esse hábito costuma ser menor. "Mas os exercícios evitam o ganho de peso por queimarem calorias", diz Edson Castardeli, educador físico da Universidade Federal do Espírito Santo.

Fôlego de volta
O pulmão é bastante atacado pela fumaça inalada. Aos poucos, sua habilidade de inflar é prejudicada, resultando em pouco oxigênio por inspiração. Corridas e pedaladas ao menos atenuam o problema justamente por colocarem esse órgão para trabalhar. Potência sexual "Práticas esportivas melhoram a irrigação sanguínea no corpo todo, inclusive no pênis", arremata Castardeli. E isso pode reverter o quadro de impotência causado pelos resíduos tóxicos do cigarro, que comprometem a elasticidade dos vasos da região.

Como se exercitar
O jeito certo de malhar para se livrar do tabaco de vez

Quando iniciar
Estreie sua roupa de treino um mês antes de dar a última tragada. Assim, o corpo terá endorfina e outras substâncias que geram prazer de sobra para debelar o estresse de uma eventual crise de abstinência.

De que forma começar
Como o pulmão e até mesmo o sistema cardiovascular estão enfraquecidos, não sobrecarregue-os logo de cara. As atividades devem ser leves ou moderadas no início, mas realizadas com frequência.

Não pare!
Uma pesquisa da Universidade Brown, nos Estados Unidos, destaca que, se a malhação for interrompida após algumas semanas, a ânsia por nicotina e companhia volta a dar as caras com toda a força.

Fonte: emagrece Brasil - editora Abril

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Por que amamos tanto gordura?

Sejam doces ou salgados, alimentos engordurados nos atraem de forma quase incontrolável. Agora, esse desejo ganha atenção especial da ciência, que desvenda: ele não depende, nem de perto, só do paladar

Do ponto de vista evolutivo, o ser humano, assim como qualquer outro animal, tem duas missões primárias: sobreviver e preservar a própria espécie. Ambos os objetivos definem a maioria das ações que cada um toma, mas, curiosamente, quase não são lembrados no dia a dia. Então, o que motiva as pessoas a se relacionarem, fazerem sexo, comerem e realizarem qualquer outra atividade que, no fim das contas, ajuda a manter os homens na Terra? Para encurtar e simplificar a história, dá para dizer que a resposta é o prazer. O organismo reforça comportamentos considerados positivos transmitindo uma sensação de deleite.

Segundo descobertas recentes, uma das práticas que mais estimulam esse mecanismo de recompensa é a ingestão de lipídios. Um estudo inusitado da Universidade da Califórnia em Irvine, nos Estados Unidos, em conjunto com o Instituto Italiano de Tecnologia, aponta que, ao saborearmos um prato gorduroso, o próprio intestino produz endocanabinoides, substâncias primas do princípio ativo da maconha e que provocam bem-estar. "E isso não ocorreu quando as refeições eram à base de carboidrato ou de proteína", completa Daniele Piomelli, coordenador do trabalho.

Cardápios bem gordos, portanto, trariam um sentimento de satisfação único. "Isso justificaria a dificuldade em controlar o anseio por esses alimentos. O indivíduo buscaria sempre mais para se sentir bem", sugere Piomelli. Como se isso fosse pouco, os endocanabinoides ajudam a regular, no trato digestivo, o sistema de saciedade. Em altas quantidades, eles mantêm a fome por um tempo prolongado, o que culmina em excessos à mesa.

Ela sempre agradou, mas hoje está virando um vício

Outra substância que acarreta estímulos agradáveis é a dopamina. E — adivinhe! — esse neurotransmissor é fabricado pelos neurônios quando colocamos batatas fritas, pastéis e afins na boca. A dúvida que pairava no ar até pouco tempo atrás, no entanto, é se esse processo seria deflagrado apenas pelo sabor do banquete calórico.

Para esclarecer esse ponto, a biomédica Jozélia Ferreira e o neurocientista Ivan de Araújo, dois brasileiros da Universidade Yale, nos Estados Unidos, resolveram montar um experimento que tirasse o paladar de cena. Em outras palavras, eles administraram alimentos gordurosos diretamente no estômago de ratos. E, após o término da avaliação, observaram que as taxas de dopamina continuavam elevadas. "Mais do que isso, os animais passaram a apresentar um forte desejo por essas refeições", reforça Araújo. Logo, por mais que o sabor reforce essa atração, ela parece estar intimamente ligada à fisiologia do corpo inteiro.

Porém, você há de convir que um anseio exacerbado por menus tão engordativos é perigoso nos dias de hoje, em que os índices de obesidade crescem vertiginosamente. Assim, por qual razão o organismo acha a gordura um nutriente tão benéfico a ponto de desencadear reações agradáveis assim que ela é consumida?

"Há muitos anos, os homens passavam dias até encontrar a caça", lembra Paulo Jannuzzi Cunha, neuropsicólogo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Como obviamente não tinham geladeira, eles ingeriam a maior quantidade possível de comidas altamente calóricas, de modo a ter uma reserva para tempos difíceis", arremata.

Acontece que o ambiente em que vivemos mudou drasticamente. "Só para mencionar um exemplo, há aproximadamente 200 anos houve uma industrialização importante. A população começou a ter acesso mais fácil a produtos alimentícios e ainda deixou de se movimentar tanto como antes", relata o nutrólogo Celso Cukier, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Clínica. Até pela velocidade em que ocorreram, tais alterações na sociedade não foram acompanhadas por mutações biológicas. E, por ter se transformado em uma fonte de prazer fácil, a gordura infelizmente virou um vício para muitos.

"O indivíduo, como com qualquer droga, sabe que está causando prejuízos a si, mas continua com o hábito mesmo assim", compara Walmir Coutinho, endocrinologista da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). "Quando perguntadas sobre o que comem, as pessoas em geral tendem a mentir sobre a quantidade de porções gordurosas ingeridas. É como se elas se sentissem culpadas com a própria atitude", exemplifica Coutinho.

Nem a mais, nem a menos. O caminho é a moderação

Essa verdadeira dependência, quando não controlada, cai em um círculo vicioso extremamente prejudicial — e, aliás, que se parece muito com o das drogas. "Sabe-se que, quando exposto a doses elevadas de dopamina, o organismo passa a ficar menos sensível a ela", ensina Adriano Segal, psiquiatra da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), em São Paulo. "Então, a exemplo de um viciado que busca cada vez maiores quantidades de cocaína para se sentir bem, será necessário ao longo do tempo mais e mais gordura para ativar o sistema de recompensa", conclui.

Isso, por sua vez, culminará em uma dieta repleta de petiscos e guloseimas altamente calóricos, o que provavelmente terminará em quilos de sobra e uma senhora barriga. E sempre vale reforçar: a obesidade é um importante fator de risco para inúmeras complicações, que vão desde doenças cardiovasculares até o temido câncer.

Contudo, há duas grandes diferenças entre o desejo irrefreável por um psicotrópico e o que está por trás do consumo exagerado de manteiga e torresmo. "As gorduras até causam excitação, mas não alucinações. E, diferentemente das drogas, é impossível cortá-las do cotidiano, porque todos precisam desse nutriente para viver", enumera Paulo Jannuzzi Cunha.

Por mais que o exagero seja danoso, os ácidos graxos, além de ótimas fontes de energia, constituem as membranas celulares e ajudam na produção de hormônios, só para citar duas funções. O jeito é consumi-los com moderação e por meio de fontes diversas. Isso porque existe mais de um tipo de gordura — e, com exceção da trans, os outros trazem benefícios ao corpo. "De 25% a 30% do total de calorias diárias deve vir dessas substâncias", estima a nutricionista Maria Gandini, da RG Nutri, na capital paulista. A princípio, esses números dão a impressão de que é possível almoçar só linguiça com maionese. "Mas, na realidade, uma colher de sopa de azeite, sozinha, fornece 100 calorias, o que representa um quarto do total a ser ingerido", calcula a nutricionista Maria.

Em suma, as escolhas no cardápio devem ser feitas de forma racional, especialmente quando o assunto é a gordura saturada (saiba quais as doses ideais de cada modalidade abaixo). Se ela é engolida aos montes, a vontade por pratos que alavancam o sobrepeso aumenta. "A versão saturada, em excesso, causa uma inflamação no hipotálamo, região do cérebro responsável pela saciedade", alerta Marciane Milanski, nutricionista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. A reação dificulta o trabalho da leptina, substância liberada com o intuito de passar a mensagem de que é hora de parar com as garfadas. Essa resistência faz a gula dar as caras. E, cá entre nós, dificilmente alguém aplaca um apetite digno de jiboia com alface e tomate. Uma baita fome dessas só é aquietada com uma avalanche de comida.

Atenuar a fissura por gordura não é tarefa simples. "Quando deixa de ingeri-la em grandes quantidades, o obeso tende a ficar irritado e depressivo. Estamos falando de uma espécie de crise de abstinência", enfatiza Jannuzzi Cunha. Por isso, muita gente com essa dependência não gosta de ouvir que, para montar refeições saudáveis, basta ter força de vontade. Ela faz a diferença, mas o essencial é planejamento.

Quando for ao supermercado, leve sempre uma lista de compras junto — e se esforce ao máximo para segui-la. De preferência, elabore a relação de produtos a serem escolhidos na gôndola quando estiver sem fome. "Isso faz com que as decisões sejam racionais e sempre voltadas para o objetivo de comer corretamente", justifica o endocrinologista Walmir Coutinho.

Ao bolar esse inventário dos alimentos a serem adquiridos, não se esqueça das fibras, encontradas em frutas, leguminosas e na aveia. Primeiro porque promovem a sensação de saciedade. "Segundo porque diminuem a absorção do excesso de gorduras", complementa a nutricionista Marciane Milanski, da Unicamp.

Atualmente, os especialistas observam que estratégias para assegurar níveis ideais de dopamina e de outros neurotransmissores que trazem bem-estar também auxiliam a reconquistar o controle sobre o que entra no cardápio. É que elas funcionariam como substitutos de salames e companhia na busca por satisfação.

Uma das que comprovadamente desencadeiam esse efeito é a atividade física. "Ela mexe com o sistema de recompensa. O problema é que muitos pacientes não gostam de se exercitar e, quando forçados, ficam ainda mais nervosos", lamenta Adriano Segal. Aí, o tiro sai pela culatra — com a cabeça quente por causa da malhação, o indivíduo buscará conforto em uma porção de coxinhas, por exemplo.

A regra é investir em práticas que o agradem. Pode ser ouvir música e até ir ao cinema — sem o saco de pipoca, claro. No fim, todos os hobbies vão reabastecer o estoque de substâncias prazerosas, regulando a ânsia por gordura. Quem disse que, para se alimentar direito, é preciso sofrer?! Muito pelo contrário.

Um novo caminho contra a obesidade

"A maioria dos medicamentos para controlar o excesso de peso age no sistema nervoso central, promovendo saciedade", explica o endocrinologista Walmir Coutinho, da PUC do Rio de Janeiro. Todavia, essas pílulas são alvo de críticas pelos possíveis efeitos colaterais que trazem — algumas, como as anfetaminas, podem gerar dependência e desencadear transtornos psiquiátricos. É até por isso que, na atual conjuntura, a descoberta de Daniele Piomelli sobre a ação de endocanabinoides no intestino se torna ainda mais essencial. "Nossos achados podem ser um passo importante para o desenvolvimento de remédios que não atuem diretamente no cérebro", acredita Piomelli.

Dependência gordurosa
Entenda como os ácidos graxos causam a maior fissura

1) Da cabeça para o corpo
Sensores específicos da língua, assim que a gordura entra na boca, mandam um sinal ao cérebro, que processa a informação. Em seguida, ele envia através do nervo vago a ordem para que o jejuno, parte do intestino delgado, produza endocanabinoides.

2) A viagem de volta
Essas substâncias se ligam, no próprio trato digestivo, a receptores especiais, chamados de CB1. Quando isso ocorre, um sinal — que os cientistas ainda não identificaram exatamente — chega à massa cinzenta. Resultado: bem-estar e mais apetite por alimentos gordurosos.

3) Altos e baixos
Certos neurônios fabricam dopamina no momento em que se consomem lipídios, promovendo um barato natural. Quando os índices da substância caem, essa sensação é dissipada. Aí, para se sentir como antes, a pessoa exagera no bacon, no sorvete cremoso, nas frituras...

As poli-insaturadas
Elas auxiliam no combate contra problemas cardíacos e inflamações. Das calorias diárias, 10% precisam vir dessa variedade — 1 filé de salmão, 1 colher de sopa de maionese industrializada e mais 1 de óleos vegetais garantem essa porcentagem.

As monoinsaturadas
Outros 10% estão reservados para esse tipo, presente no azeite e em boa parcela das oleaginosas, a exemplo do amendoim. Cerca de 7 amêndoas e 4 castanhas de caju dão conta do recado e, segundo pesquisas, reduzem os níveis do LDL, o colesterol ruim.

As saturadas
Elas abastecem as células com energia. Isso, contudo, não justifica uma ingestão maior do que 7% das calorias diárias — se a margem é ultrapassada, o risco de artérias entupirem sobe. Um bife de contrafilé ou 4 pequenas fatias de bacon preenchem o requisito.

As trans
Hoje, estão praticamente banidas por gerarem doenças coronarianas. Mesmo assim, verifique o rótulo de produtos industrializados como os biscoitos. O certo é não colocá-la nas refeições. No máximo, limite-se a 1% das calorias diárias. Ou seja, uma bolinha de sorvete.

O que sabota a alimentação adequada

Todo mundo tem suas manias, como petiscar enquanto assiste a TV. Quem pretende controlar a vontade por devorar guloseimas deve ficar atento a esses hábitos. "No início, evitar se pôr em situações que o façam se lembrar de comidas calóricas é um passo importante", salienta o psiquiatra Adriano Segal. Não é que a pessoa está proibida de ver seu programa favorito — ela só vai ter que analisar cada prática do cotidiano para fazer eventuais ajustes, como tirar o salgadinho da despensa. Agora, em casos mais graves, será realmente necessário cortar determinados costumes. Afinal, almoçar em churrascarias ou lanchonetes dificilmente é sinal de uma refeição equilibrada.

Fonte: emagrece Brasil - 10.10.11

sábado, 8 de outubro de 2011

Cérebro cansado? O melhor remédio pode ser um pouco de exercício

Exercícios Físicos aumentam o número de mitocôndrias nas células musculares e agora, no cérebro.

Que as atividades físicas são boas para o próprio físico ninguém duvida.

Mas será que movimentar-se também ajuda as funções cerebrais?

Na verdade, já se sabe que os exercícios físicos também têm uma série de efeitos mentais positivos, tais como aliviar a depressão e melhorar a memória.

O que os cientistas não sabiam até agora era o mecanismo por trás desses efeitos mentais - como é que mexer o corpo afeta o cérebro?

Mitocôndrias

Há muito tempo os cientistas sabem que as atividades físicas aumentam o número das mitocôndrias nas células musculares.

Como a mitocôndria é responsável pela geração de energia na célula - ela é chamada de usina de força - acredita-se que este aumento numérico seja o responsável muitos dos efeitos positivos dos exercícios físicos, como o aumento da força ou da resistência.

Agora, pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul (EUA) descobriram que o exercício físico regular também aumenta o número de mitocôndrias nas células do cérebro, uma possível explicação para os benefícios mentais das atividades físicas.

Resistência mental

Os experimentos sugerem que os exercícios físicos aumentam o número de mitocôndrias do cérebro de forma muito parecida com o que ocorre com as mitocôndrias nos músculos.

Isto tornaria o cérebro mais resistente à fadiga, com um efeito mental direto e um efeito indireto também sobre o próprio desempenho físico.

Os pesquisadores também sugerem que este aumento no número de mitocôndrias do cérebro pode ter implicações clínicas para transtornos mentais, o que tornaria os exercícios físicos um tratamento potencial para transtornos psiquiátricos, doenças genéticas e doenças neurodegenerativas.

Ou para aliviar as tensões do dia-a-dia, produzindo um efeito de aumento de resistência também mental.

Fonte: portal da Educação Física - 04.10.11

sábado, 24 de setembro de 2011

Nunca é tarde para começar...

Quem não quer chegar aos 50, 60, 70 anos, com a mesma disposição dos 20? Ou simplesmente com independência para realizar as atividades da vida diária, com mais segurança, harmonia e vigor? É por causa dessas e outras questões que a idade média da nossa população aumentou, tendo um avanço em todos os aspectos, até mesmo na forma de classificar esta fase, agora chamamos de “Melhor Idade”, que antes chamávamos de "Idosos", não importa a fase e nem o nome que estão dando, o importante é levar uma vida mais saudável, com acompanhamento médico, nutricional e estar dentro de um programa de atividade física com a orientação de um profissional de Educação Física.

Independente da sua idade hoje, nunca é tarde para receber os benefícios que a atividade física proporciona e chegar na "Melhor Idade" com tudo em cima! É nesse período onde ocorre várias mudanças, entre elas, no nível hormonal, composição ósseo e no percentual da massa magra (Músculo), por tudo isso e para evitar futuras doenças como Hipertensão, Mal de Alzheimer, Diabetes, etc Comece já! Não há motivo para desanimar, ainda há tempo para correr atrás do prejuízo.

Podemos começar com o acompanhamento do seu médico, com todos os exames necessários, próximo passo é um acompanhamento nutricional e de um profissional de Educação Física especializado. O mais importante é que nas estratégias adotadas nos treinamentos, esteja sempre presente o trabalho que envolva o ganho de flexibilidade, fortalecimento da região do “core” (tronco e abdômen), equilíbrio, agilidade, coordenação motora, percepção de espaço e tempo, trabalhos que desafiem o sistema nervoso central, o sistema sensório motor e estimule o raciocínio, proporcionando assim um corpo mais inteligente, e protegido principalmente de possíveis quedas. Não importa se é em uma academia, no parque ou no seu clube, o importante é praticar algum tipo de atividade física, que lhe agrade e que tenha uma freqüência semanal.

Pensando em todos estes estímulos é que não podemos ficar somente nos trabalhos tradicionais, onde estão envolvidos todos com características cardiovasculares (ex.: só a esteira) e fortalecimento muscular (ex.: só os aparelhos de musculação), mas que o fortalecimento muscular não seja feito somente de forma localizada, e sim com exercícios integrados e com pesos livres, utilizando assim o corpo todo.

Não diga que já acabou que não dá mais tempo, não venha com a velha desculpa que “Ah! Já estou velha demais para começar”, nada disso, ainda tem os netinhos para brincar, os filhos para aconselhar e as amigas novas e antigas para aproveitar; agora quero ver você marcando uma nova viagem, uma festa com as amigas e é claro se matricular em uma academia, renovar o plano no clube, ou simplesmente começar a caminhar pelo menos duas vezes por semana no parque. 

Vamos iniciar os treinamentos? Nunca é tarde para começar!

domingo, 19 de junho de 2011

Especialistas dão dicas para espantar a preguiça e ter mais disposição




No frio, após as refeições e à noite são ocasiões em que a preguiça atinge o nível máximo. No inverno, as pessoas ficam mais quietas e recolhidas, em uma tentativa do organismo de não perder tanto calor e conseguir manter a temperatura. Por conta disso, academias, parques e outros locais ficam mais vazios. Mas é justamente nesta época que se perde menos água e se queima mais gordura. Ou seja, é o momento ideal para se mexer.


A meia hora de recomendação diária de exercícios pode ser intercalada: 15 minutos pela manhã e mais 15 à noite. E quem faz atividade regular acostuma o corpo e sente cada vez mais vontade. Para destacar a importância dos movimentos e dar dicas de como espantar a preguiça, o Bem Estar desta sexta-feira (16) convidou o fisiologista Antonio Carlos da Silva e o preparador físico José Rubens D'Elia.





Com a atividade física, a disposição, o tônus muscular e a energia melhoram, motivados pela ação da endorfina, um neurotransmissor associado à sensação de prazer e bem-estar. Além disso, uma dieta balanceada, com pratos coloridos e alimentos ricos em potássio, confere todos os nutrientes necessários para os exercícios e ainda evita cãibras.


Os exercícios estimulam a capacidade do corpo de se adaptar frente a uma exigência: ele se esforça e sofre alterações até encontrar um novo equilíbrio. E o grande objetivo da orientação física é fazer com que as pessoas não ultrapassem seus limites. Depois de um certo tempo, o indivíduo sente uma sobrecarga, mas que não atrapalha na hora de dormir, não tira o apetite, não dá ansiedade nem prejudica o rendimento físico e mental. Isso é normal: é o organismo se adaptando.


Um certo grau de desconforto após um exercício intenso é comum. Mas uma dor que dura mais de 24 horas pode ser sinal de que aquele esforço foi exagerado. Trabalhar sob orientação profissional até que se conheça bem os limites do organismo é fundamental.


Antes de levantar pela manhã, os especialistas recomendaram respirar profundamente, espreguiçar-se e bocejar. Durante a tarde, a siesta pós-almoço pode ajudar a despertar mais. Já na hora de dormir, é indicado ficar em um ambiente silencioso e escuro, para ativar a melatonina.


DICAS:



Exercite-se – O corpo humano é uma máquina que precisa ser aquecida para ter energia. O exercício funciona, inicialmente, para acordá-lo e tirá-lo do estado de "preguiça". Como outras máquinas (carro, computador, etc), é necessário aquecimento para começar a funcionar.


Determine um prazo rápido para agir – De 5 a 15 minutos é um tempo adequado, que evita o adiamento constante.


Visualize os benefícios da ação – Quando temos claro o que vamos ganhar, obtemos força para mandar a preguiça embora.


Divida a tarefa em partes – Muitas vezes, a preguiça toma conta das pessoas quando a tarefa é grande e difícil. Dividi-la em etapas, com prazos possíveis para cada fase, facilita a execução. Além disso, cada etapa concluída atua como reforço à motivação de seguir em frente.


Parabenize-se e dê prêmios a você – Estabeleça alguns bônus para si mesmo a cada etapa cumprida no prazo. Essa atitude aumenta a autoestima e mantém o foco na continuidade.



Fonte: programa Bem estar - 16.06.11

sexta-feira, 11 de março de 2011

Exercício físico esporádico pode ser um gatilho para doenças cardíacas


Atletas de fim de semana foram o foco do Programa Bem Estar desta terça-feira (08/03). Cardiologistas Roberto Kalil e Maria Janieire fizeram recomendações.

Exercício físico esporádico, intenso e no calor pode ser um gatilho para que se manifestem doenças cardiovasculares silenciosas. Para falar sobre os atletas de fim de semana, estiveram no Bem Estar desta terça-feira (8) os cardiologistas Roberto Kalil, que também é consultor do programa, e Maria Janieire Alves.

Quando sobra um tempo livre, seja em um fim de semana, seja em um feriado de carnaval, o que não falta são pessoas correndo para compensar a falta de atividades em dias normais. O que acontece ao coração delas foi explicado pelos especialistas no estúdio.

Antes de iniciar um exercício, o ideal é que indivíduos acima de 35 anos passem pelo menos por uma avaliação e um eletrocardiograma, mesmo que não sintam nada. É importante investigar, por exemplo, o histórico familiar. Alguém cujo pai enfartou aos 50 anos, tem sobrepeso, diabetes ou hipertensão deve ficar atento.

E estar dentro do peso não garante tranquilidade: pessoas magras também podem ter problemas. Por isso, a recomendação é fazer o teste ergométrico, que dá resultado falso negativo em apenas 2% dos casos. E o exame clínico deve ser realizado para complementá-lo.

A frequência cardíaca máxima é resultado do número 220 subtraído pela idade do paciente. Na atividade física, o correto é que se atinja até 85% desse número. Mas, muitas vezes, quem exagera sem ter preparo para isso chega à frequência máxima mesmo com um exercício leve.

No Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o repórter Walace Lara foi conferir com que regularidade as pessoas estão cuidando da saúde. Para medir a frequência cardíaca dos atletas de fim de semana, participou a cardiologista Patrícia Oliveira, do Instituto do Coração (Incor). O aparelho mostrou quantos batimentos por minuto são registrados durante a atividade.

Em Manaus, um teste analisou pessoas que se exercitam pelo menos três vezes por semana com o aeroboi, uma mistura de aeróbica com o boi-bumbá, dança típica do Amazonas, que exige muita musculação para possibilitar movimentos sincronizados.

Doenças cardíacas
As doenças cardíacas são as principais responsáveis pelas mortes súbitas na prática esportiva. Para evitar o pior, o ideal é fazer um check-up regularmente. Aqueles que já começaram a praticar exercícios devem prestar atenção a qualquer dor ou desconforto que aparecer durante a atividade, principalmente na região do tórax, pois esses sintomas podem indicar problemas cardíacos.

Segundo o chefe da seção de Cardiologia do Esporte do Instituto Dante Pazzanese, Nabil Ghorayeb, estima-se que 90% dos casos de morte súbita no esporte entre pessoas com mais de 35 anos em todo o mundo sejam causados por aterosclerose (depósito de gordura que entope as artérias coronarianas). A doença, que geralmente não apresenta sintomas, pode levar ao infarto agudo do miocárdio.

Entre os jovens, a cardiomiopatia hipertrófica (crescimento do músculo cardíaco causado por uma anomalia genética), muitas vezes também assintomática, é responsável por 56% das mortes.

A incidência de óbitos na atividade física, no entanto, é muito pequena, o que comprova que os exercícios, se bem orientados e realizados de acordo com os limites de cada um, trazem mais resultados bons do que ruins.

Um estudo americano divulgado em 2000 verificou uma taxa de mortalidade extremamente baixa: uma morte por 2,6 milhões de horas de atividades em academias. A vítimas eram principalmente homens de meia-idade, com histórico de doenças cardíacas ou fatores de risco (como obesidade e fumo), e praticantes de exercícios esporádicos.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/03/exercicio-fisico-esporadico-pode-ser-um-gatilho-para-doencas-cardiacas.html

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Sentir cansaço nos treinos faz parte do Princípio da Adaptação




O nosso corpo é uma “máquina” muito especial, que busca a eficiência e o equilíbrio. Os fisiologistas, experts que estudam as múltiplas funções mecânicas, físicas e bioquímicas dos seres vivos, chamam este estado de equilíbrio de homeostase.

O Princípio da Adaptação é o tema de hoje. E ele é muito conhecido dos corredores iniciantes e avançados. A ele se deve a facilidade de percorrer distâncias que até então eram “insuperáveis”, ou diminuir o tempo em uma prova.


Toda vez que você realiza um treino, o seu corpo literalmente dispara uma cadeia de reações para compensar o estresse e com isso alcançar o equilíbrio. A adequação dos estímulos é muito importante para garantir a melhora da performance, portanto respeitar o Principio da Sobrecarga é essencial. Também é importante entender que Cansaço, Fadiga e Exaustão são coisas bem diferentes.

O Cansaço, nada mais é que a sensação subjetiva do desgaste após um treino, e devemos concordar que o isso é necessário para a sua evolução. A Fadiga é mais complexa, indica que o seu corpo não repôs as reservas energéticas, e não está tendo tempo de recuperar, e, se este estado perdurar, com a aplicação de treinos intensos continuamente, pode se alcançar o estado de Exaustão que pode levar a você ter de “pendurar o tênis” por um tempo para evitar problemas mais graves.

Sem que você precise fazer exames mais profundos é fácil reconhecer se você esta entrando em processo de fadiga ou exaustão. Observe se você anda irritado com mais freqüência, sente pouca fome, se tem dificuldades para dormir, se as lesões se tornaram constantes e se a concentração esta cada vez mais difícil. Caso este sintomas sejam apresentados em conjunto, é interessante conversar com o seu treinador ou o seu médico para possíveis orientações e adequações do treino.
Bons treinos!!!

Fonte: blog da Fila

domingo, 24 de outubro de 2010

Saiba qual é o momento ideal para voltar a fazer exercícios após a cirurgia plástica


Estar em boa forma física antes da cirurgia plástica contribui com os resultados do procedimento.


Após a cirurgia, os exercícios físicos ajudam a tonificar a musculatura, o que otimiza os efeitos sobre a região submetida à cirurgia plástica. Mas, para que os exercícios não interfiram nos resultados da cirurgia plástica é preciso avaliar, caso a caso.


— Defendemos a prática dos exercícios após a cirurgia porque eles ajudam na manutenção dos resultados da plástica e melhoram o contorno corporal. A cirurgia plástica, sozinha, não opera transformações milagrosas na vida, ela integra um plano de bem-estar, que inclui atividade física e dieta alimentar equilibrada. Quando a pessoa não segue este plano, a tendência é que volte a engordar e a se sentir insatisfeita, como antes da cirurgia — diz o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, de São Paulo.


Assim, após a cirurgia plástica é muito importante praticar atividades físicas para fortalecer e tornear os músculos, equilibrar o gasto calórico e manter o resultado do procedimento cirúrgico.


— Muitos exercícios ajudam a garantir ou até a intensificar os resultados finais da cirurgia. Por exemplo, fazer uma abdominoplastia e não seguir um programa de exercícios não significa que a cirurgia plástica não apresentará um bom resultado, mas, ao fazer abdominais, os músculos desta região se fortalecem, complementando o resultado cirúrgico — explica Penteado.


Os exercícios físicos também contribuem na prevenção do aparecimento da flacidez muscular, pois melhoram a circulação sangüínea da pele, o que proporciona mais elasticidade.


— Exercícios físicos são fundamentais em cirurgias ligadas ao contorno corporal, como a lipoescultura ou lipoaspiração. Como os músculos estão abaixo da gordura e da pele, se eles estiverem tonificados, o resultado será melhor. Músculos tonificados por meio de exercícios físicos melhoram o contorno corporal, deixando a barriga mais reta — explica o especialista.


— Porém é muito importante não negligenciar o pós-operatório. É preciso respeitar o tempo de repouso estipulado, que varia de cirurgia para cirurgia e de paciente para paciente", destaca o cirurgião plástico. É importante que, após a plástica, o paciente não retome os exercícios por conta própria, é essencial o acompanhamento do cirurgião plástico e de um educador físico nesta decisão — ressalta.


— Enquanto existirem pontos na região operada, o paciente não pode fazer exercícios físicos. É importante exercitar-se, após a cirurgia, mas num ritmo apropriado a cada paciente. O aumento da intensidade da atividade física deve ser gradual e sempre com o acompanhamento de um profissional — explica o médico.


TEMPO MÉDIO PARA VOLTAR A SE EXERCITAR


Prótese de mamas

Exercícios físicos que utilizem os braços de forma intensa só são permitidos após 60 dias. A paciente precisa aguardar este prazo para realizar exercícios de braço, como aqueles realizados nos aparelhos de musculação. A mulher também deverá utilizar, desde o início da prática da atividade física, tops que ofereçam um bom suporte para evitar que os seios balancem.


Prótese de glúteo

Exercícios físicos liberados após 90 dias.


Lipoaspiração

Exercícios depois de 30 dias. O uso da cinta não é necessário durante os exercícios, mas ela deve ser colocada depois dos exercícios.


Abdominoplastia

Exercícios que movimentam o abdome são liberados após 60 dias.


Rinoplastia

Exercícios depois de 30 dias. Esportes de contato e modalidades com bola devem ser evitados por, pelo menos, dois meses.


Fonte: clickRBS - 22.10.10

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Saiba como diferenciar exaustão de cansaço


Um simples estado de cansaço pode evoluir para o total esgotamento


Com a rotina corrida do dia a dia, o tempo que se dedica a tarefas para descansar o corpo e a mente é cada vez mais reduzido. Entramos num processo em que o corpo começa a ficar desgastado e a mente não consegue se "desligar" daquele projeto no trabalho, das contas para pagar, do boletim das crianças, da pia que começou a vazar (de novo) e de outra listas situações.


Tudo isso acaba acelerando um quadro de exaustão emocional, uma condição que é mais grave que a estafa e está a um passo do estresse e de suas consequências sérias para a saúde.


O conceito de exaustão está ligado ao conceito de estresse. O estresse é dividido em três níveis, chamados de alerta, reestruturação e, por fim, exaustão, que corresponde à fase em que o indivíduo já apresenta pensamentos negativos, falta de vontade de fazer as coisas, perda de sono, ansiedade acentuada, irritabilidade, entre outras características físicas como alergias, gastrites e enxaqueca.


A exaustão emocional, ao contrário do que se pode pensar, não está atrelada às condições de uma tarefa em si, mas a situações desagradáveis que acabam levando a um estresse psicológico. Como esclarece o especialista José Roberto Leite, chefe do núcleo de medicina comportamental da Unifesp, uma pessoa pode ter inúmeras tarefas para fazer relacionadas ao seu trabalho profissional. Porém, se gosta do que faz, isso não será um problema. "O perigo existe quando a pessoa fica muito tempo submetida a um estado de estresse psicológico, que aparece em função de uma situação desagradável qualquer", explica.


Essa pressão psicológica pode ser tanto externa, situações cujo controle não depende unicamente de uma pessoa, assim como ter origem interna, como características pessoais e qualidade de vida. "É fundamental que a pessoa fique atenta para não se submeter a essas pressões", afirma José Roberto Leite.


Diferença entre cansaço e exaustão


É comum dizer que estamos exaustos depois de um dia de esforço, seja físico ou mental. Porém, em geral, a verdade é que estamos cansados. Isso porque cansaço é caracterizado por um esgotamento momentâneo, eliminado de forma simples e instintiva, com boas horas de sono e atividades relaxantes. Já na exaustão, o desgaste é bem maior, na medida em que é constante, podendo ser eliminado apenas momentaneamente, de acordo com as distrações que cada um procura. Mas, a exaustão, só pode, na maioria das vezes, ser resolvida através de tratamentos e auxílio médico.


Segundo José Roberto, é possível identificar quando alguém passou de um estado de cansaço normal, para entrar em um processo de estresse. As próprias mudanças comportamentais, como excesso de pensamentos repetitivos e negativos, perda de interesse pelas coisas, falta de apetite, ansiedade, sensação de desamparo, irão indicar essa diferença. É importante também que familiares e amigos fiquem mais atentos ao notar qualquer alteração nesse sentido.


Situação sob controle


Como todos estamos expostos e não sabemos se (e quando) poderemos entrar em um estado típico de estresse, o ideal é nos forçar a adquirir hábitos que costumam deixar mais leve o nosso corpo e mente e ainda, liberam a nossa atenção para situações mais prazerosas. "Cuidados gerais com a saúde, exercícios de relaxamento e respiração, práticas meditativas, exercícios físicos regulares, alimentação equilibrada, dedicação ao lazer, tudo isso, aliado a um suporte familiar e social contribui e muito para amenizar as tensões do dia a dia e auxiliar a contorná-las", explica o especialista da Unifesp.


Por Andressa Basilio


Fonte: Porta da EF - 19.10.10