Você é o interessado número:

Mostrando postagens com marcador Câncer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Câncer. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Estudo: excesso de açúcar é tão prejudicial quanto o cigarro

O açúcar é um veneno e deveria ter sua venda controlada assim como o cigarro e o álcool. A radical afirmação é a conclusão de cientistas americanos, que atribuem o consumo excessivo de açúcar em alimentos e bebidas ao crescimento de doenças como obesidade, câncer, problemas no coração e no fígado. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Eles acreditam que isso contribui para a morte de 35 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo, o que na opinião dos pesquisadores é motivo suficiente para haver um maior controle e uma legislação mais rígida neste sentido. Em um artigo intitulado "A verdade tóxica sobre o açúcar", publicado no jornal Nature, os cientistas afirmaram: "um pouco não é um problema, mas muito mata - lentamente", sentenciaram.

Eles alertam, ainda, que a obesidade atualmente representa um problema maior do que a desnutrição em todo o mundo. Eles reforçam que o açúcar não só contribui para a obesidade, mas afeta o metabolismo como um todo, aumenta a pressão arterial, desequilibra os hormônios e faz mal ao fígado. Os danos causados também estão associados ao abuso do álcool - feito com açúcar destilado.

Os pesquisadores mostram que, assim como o álcool, o açúcar está disponível em larga escala, o que induz o abuso. Eles acreditam que a restrição seria mais efetiva do que educar as crianças sobre dietas ou exercícios físicos.

Sendo assim, o estudo sugere que a taxa sobre os refrigerantes seja dobrada, o que poderia reduzir sua venda; assim como regulamentações mais rígidas em escolas e lanchonetes. O artigo mostra também que o consumo de açúcar atual representa o triplo do que era consumido há 50 anos. Outras linhas de pesquisa se opõem a esta teoria, afirmando que a chave para a boa saúde está em uma dieta variada, incluindo atividades físicas.

Fonte: terra saúde

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Dia Mundial do Câncer: 80% dos casos são ligados a maus hábitos

Neste sábado (4), é comemorado o Dia Mundial do Câncer. A doença atingiu 7,4 milhões de pessoas em 2004 e, se a incidência continuar neste ritmo, em 2030, mais de 11 milhões devem enfrentar o problema, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A estimativa é ruim, mas pode ser evitada, já que 80% dos casos estão relacionados à combinação de hábitos ruins, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

"O indivíduo que fuma, bebe (em excesso) e não pratica exercícios físicos tem muito mais chances de adquirir câncer que aquele que evita esses comportamentos", afirmou o oncologista e diretor da Oncomed de Belo Horizonte, Amândio Soares. Sendo assim, uma boa parcela da responsabilidade para reverter esse quadro está nas próprias pessoas.
Com a intensificação das políticas anti-tabaco no Brasil, espera-se que esse risco seja reduzido.

Porém, de acordo com o oncologista, a ação não resolve totalmente o problema. "Diversos tipos de câncer são formados por uma combinação de fatores de risco. Nesse caso, estamos reduzindo um dos fatores, mas ainda existem outros, como o sedentarismo e a má alimentação", explicou ele. O fator genético também pode contribuir para o surgimento da doença.

Câncer em 2012
O relatório mais recente do INCA estima que em 2012 surjam 518.510 mil novos casos da doença neste ano. O câncer de próstata, com 31.400 mil novos casos, e o câncer de mama, com 29.360, serão os mais frequentes. Na sequência aparecem o câncer envolvendo o pulmão, traqueia e brônquios com estimativa de 12.720 novos casos e o câncer de colo de útero, com 6.610.

Segundo o cancerologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Fernando Chicoski, o principal causador da doença nas vias respiratórias é o tabaco. "Muita tosse, falta de ar, escarro com sangue, rouquidão e feridas na boca podem ser alguns dos sinais de câncer", disse ele. O médico alertou que, na maioria das vezes, não há indícios da doença no estágio inicial, apenas quando a doença está avançada, por isso, a necessidade da prevenção.

A fumaça do cigarro também prejudica o organismo, pois a temperatura alta agride a mucosa brônquica. Ela contém cinco mil substâncias, entre elas as cancerígenas, como os hidrocarbonetos cíclicos. "O monóxido de carbono ao ser inalado diminui a oxigenação do organismo e, consequentemente, do cérebro, coração e rins", explicou Chicoski.

No caso do câncer de mama, o diagnóstico tardio é ainda o que torna a doença a principal causa de morte entre as mulheres no Brasil. "Quando a doença é descoberta em fase avançada, as chances de cura são menores e os custos de tratamento aumentam consideravelmente", disse o mastologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Cícero Urban.
A identificação da doença é feita em um exame clínico por um especialista, que pode detectar tumores superficiais de até um centímetro. Outro método é a mamografia, capaz de mostrar lesões iniciais, de milímetros. "Para pacientes com baixo risco, sem casos de hereditariedade, é recomendável exame clínico anualmente a partir dos 20 anos. Depois dos 40 anos, a mamografia deve ser inserida nessa rotina", recomendou Urban.

Fonte: terra saúde

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Morangos reforçam glóbulos vermelhos, diz estudo

Um estudo científico da Universidade Politécnica de Marche (UNIVPM, na Itália) e a Universidade de Granada (UGR, Espanha) apontam que os morangos fortalecem os glóbulos vermelhos frente o estresse oxidativo, um desequilíbrio relacionado com diversas doenças.

Até agora tinha tentado confirmar a capacidade antioxidante dos morangos mediante experimentos 'in vitro', mas agora, o grupo de pesquisadores conseguiu demonstrá-la 'in vivo'.

Para isso, segundo publicam na revista Food Chemistry, deram a 12 voluntários 500 gramas diários de morangos (da variedade 'Sveva') ao longo de cada jornada.

Durante 16 dias foram tiradas mostras de sangue: em quatro, oito, 12 e 16 dias, e um mês mais tarde.

Os resultados revelam que o consumo regular desta fruta pode melhorar a capacidade antioxidante do plasma sanguíneo e a resistência dos glóbulos vermelhos a sua hemólise (fragmentação) oxidativa.

"Averiguamos que algumas variedades de morangos apresentam maior resistência dos eritrócitos frente o estresse oxidativo, o que pode ser muito representativo se considerar que este fenômeno desencadeia graves patologias", explicaram os pesquisadores.

A equipe analisa agora as variações quando se ingere menos quantidade de morangos (o consumo habitual costuma ser um copo ao dia com 150 a 200 gramas).

"O importante é que façam parte de uma dieta saudável e equilibrada, dentro das cinco porções diárias de frutas e verduras", apontaram.

"No laboratório também estão analisando diferentes variedades de morangos, já que cada uma tem suas próprias quantidades e proporções de antioxidantes", explicaram.

Os morangos apresentam grande quantidade de compostos fenólicos, como os flavonóides, que diminuem o estresse oxidativo.

Tal desequilíbrio ocorre em algumas situações patológicas (como a doença cardiovascular, o câncer ou o diabetes) e fisiológicas (nascimento, envelhecimento, exercício físico) entre a agressão que produzem "espécies reativas do oxigênio" - os radicais livres, em particular - e as defesas antioxidantes do organismo.

Fonte: terra saúde - 21.06.11

sábado, 17 de abril de 2010

Benefícios para todos



Orientada, a prática de exercícios físicos pode ajudar no tratamento de portadores de doenças crônicas, aumentando a qualidade de vida

Portadores de doenças crônicas muitas vezes temem que a prática de exercícios físicos possa agravar os males que sofrem. Programas individualizados para esses pacientes, porém, crescem como alternativas para uma vida mais saudável.

Os benefícios da prática de atividades físicas são indiscutíveis. O hábito de fazer exercícios, seja ao ar livre ou em academias, é defendido por cientistas e recomendado por médicos como um dos melhores caminhos para uma vida saudável. Quem sofre de doenças crônicas, porém, costuma ter dúvidas sobre se pode ou não se exercitar. Diabéticos, hipertensos, asmáticos ou portadores de males degenerativos como Alzheimer e Parkinson nem sempre sabem que mexer o corpo pode ser parte do tratamento da patologia, desde que os exercícios sejam personalizados e voltados para as necessidades e limitações de cada um.

Tanto médicos quanto os profissionais dedicados ao atendimento dessas pessoas não têm dúvidas: a atividade física não é apenas benéfica para manter o corpo em forma, ela melhora a resistência e o bem-estar daqueles que se tornaram reféns de doenças sem cura, reduzindo a chance de complicações e aumentando a qualidade de vida dos pacientes. O cardiologista José Roberto Barreto explica que, dependendo do problema, as restrições existem, mas jamais devem impedir a prática. Para os hipertensos, por exemplo, atividades com muito peso ou carga não são indicadas.

De maneira geral, os exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e natação, são mais recomendados. Para os pacientes idosos, é importante também a musculação.

Ela impede a atrofia muscular. A prática deve ser encarada como parte do tratamento. Trinta minutos de atividades, três vezes por semana, trazem benefícios importantíssimos – garante o médico.


O cardiologista considera que a prática esportiva é fundamental para controlar o estresse, fator comum em pacientes crônicos.

– Em muitos casos, conseguimos até suspender a prescrição de medicamentos como ansiolíticos e tranquilizantes, além de reduzir as drogas que controlam a doença em si – observa Barreto.

O endocrinologista Marco Antônio Vivolo afirma que a prática de atividade física também é uma aliada no controle do diabetes tipo 2, a quarta maior causa de mortes no mundo – representa cerca de 3,8 milhões de óbitos por ano. Com uma dieta balanceada, os exercícios auxiliam na redução e no controle da glicemia (concentração de glicose no sangue). Eles aceleram o metabolismo, queimam calorias e controlam o peso, além de melhorarem a circulação sanguínea.


Fonte: Caderno Vida - ZH - 17.04.10

sábado, 20 de março de 2010

Esperança na fruta - PAPAIA


Extrato do mamão-papaia é capaz de frear o crescimento de células cancerígenas


Todos os anos, o Brasil colhe cerca de 1,6 milhão de toneladas de mamão-papaia, o que lhe confere a condição de maior produtor mundial. Do outro lado do mundo, no Vietnã, Nam Dang cresceu ouvindo várias histórias de pacientes com câncer avançado que não mais respondiam a tratamentos convencionais. E de alguns deles que haviam experimentado uma diminuição na evolução dos tumores após beberem o chá feito com a folha da fruta.


– Quando eu trabalhava no MD Anderson Cancer Center, em Houston (EUA), encontrei uma paciente com avançado câncer de estômago metástico que havia falhado no tratamento de quimioterapia convencional e experimentara uma remissão de vários anos depois de ingerir o chá – conta Dang, hematologista e oncologista da Universidade da Flórida.


Após investigar o histórico clínico de pacientes, o médico decidiu trabalhar em parceria com um antigo colaborador de suas pesquisas, o japonês Chikao Morimoto, professor e diretor do Departamento de Imunologia Clínica da Universidade de Tóquio, no Japão. Ambos investigaram o efeito in vitro (em tubos de ensaio) dos extratos da folha de papaia.


– O chá tem alguma atividade contra a proliferação de várias células do câncer, além de ação imunomoduladora – afirma Morimoto.


De acordo com Dang, os testes mostraram que o extrato do chá de papaia surte um efeito direto na eliminação das células cancerígenas ao inibir o crescimento do tumor.


– Além disso, percebemos que o extrato da folha de papaia estimula a liberação de certos fatores imunes (citoquinas) que podem potencialmente ativar o sistema imunológico e ser importantes no combate a tumores selecionados – explica o vietnamita.


As citoquinas Th-1 – cuja produção é acelerada pelo chá – regulam o sistema imunológico, fazendo com que ele tenha eficiência em combater vários tipos de câncer, e podem abrir caminho para estratégias terapêuticas inovadoras e baseadas na própria defesa do organismo. Morimoto afirma que alguns dos pacientes responderam muito bem ao tratamento, com o completo desaparecimento do tumor ou com a considerável melhora na qualidade de vida.


– O ponto mais importante é que os extratos de papaia não apresentaram qualquer efeito colateral. Isso ajudará na eficiência das terapias padrões – prevê o japonês.


Dang notou que os registros clínicos de pacientes com câncer que faziam uso do chá havia bastante tempo não apresentavam qualquer reação adversa.


– Isso é muito diferente da quimioterapia, que pode ter efeitos muitos fortes e inespecíficos, que muitas vezes levam à interrupção do tratamento ou mesmo colocam a vida em perigo – comenta o vietnamita.


Os estudos de Dang e Morimoto e colegas foram detalhados na edição de 17 de fevereiro da revista científica Journal of Ethnopharmacology. Apesar de celebrar os resultados das pesquisas, Dang sabe que ainda há muito a ser feito:


– Nós precisamos identificar a substância ativa no extrato do chá da folha de papaia que tenha atividade contra o câncer. Depois, será necessário testar a substância de um modo científico e rigoroso, para termos a certeza de que o efeito é específico e que não seja ligado à aleatoridade.


Acima de qualquer coisa, o especialista da Universidade da Flórida (EUA) quer comprovar que o chá é seguro, como foi sugerido pelos históricos clínicos aos quais teve acesso.


– Esse é um primeiro passo encorajador, que nos dará uma explicação científica para as anedotas clínicas – conclui.


Fonte: Caderno VIDA - ZH - 20.03.10

sábado, 24 de outubro de 2009

Relação entre câncer e atividade física


Há algumas décadas, exercitar-se era tarefa de atletas. Com a chegada dos anos 80, houve o boom das academias de ginástica, cujo enfoque principal era beleza e auto-estima. No século XXI, praticar uma atividade física regular é opção de quem está atento à sua saúde, pois pesquisas atestam a ligação entre sedentarismo e diversas doenças – inclusive o câncer.

Vários estudos apontam relação entre atividade física regular e diminuição do risco de câncer colo-retal, de mama, de próstata e de pulmão. “Embora este seja um campo que demande investigações aprofundadas e complementares, é inquestionável a associação da prática esportiva ao reforço do sistema imunológico”, destaca o oncologista João Nunes.

De acordo com o médico, há dois tipos de câncer para os quais a atividade física atua de maneira preventiva. “O sedentarismo é um dos fatores do risco para o câncer colo-retal, juntamente com faixa etária, história familiar de câncer de cólon e reto, obesidade, entre outros”, explica Dr. João. Estudo recente mostrou que homens que praticam exercícios vigorosos diariamente apresentaram uma redução de 50% no risco de câncer de intestino. “Entre as hipóteses que explicam esse fato está a de que o exercício físico estimula a função intestinal, fazendo com que haja eliminação de toxinas cancerígenas”, complementa o oncologista.

Um estudo realizado com 100 mil mulheres francesas, divulgado pelo Instituto Nacional Francês da Saúde e Pesquisa Médica (Inserm), revelou que a prática regular de um esporte também previne o câncer de mama nas mulheres. De acordo com os resultados da pesquisa, quanto mais intenso e regular o exercício, menor é o risco de desenvolvimento da doença. Em mulheres que afirmaram praticar atividade física intensa por cinco horas ou mais por semana, a diminuição do risco de câncer de mama foi da ordem de 38%.

Para quem quer deixar o sedentarismo para trás, o médico destaca:

. Faça uma avaliação médica antes de iniciar uma atividade física;
. Escolha uma atividade que lhe seja prazerosa;
. Pratique atividade física sob orientação profissional;
. Pratique ao menos 30 minutos de atividade física moderada, 5 vezes por semana;
. Para reduzir o risco de câncer de mama e colo-retal, opte por 45 minutos de atividade física – de moderada a intensa – por 45 minutos, 5 vezes por semana;

. Na impossibilidade de freqüentar academias ou clubes esportivos, vale lançar mão de atividades de rotina, tais como: subida e descida de escadas, passeio com o cachorro, jardinagem, lavagem de carro, caminhada em ritmo ligeiro, dança, pedalada ou natação;

. Para os atletas de fim-de-semana, pessoas que praticam atividades apenas aos sábados e domingos, um alerta: a prática é prejudicial, pois não apresenta um ritmo adequado e coloca em risco a saúde.


Fonte: Treino Total - 07.08.09

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Exercício intenso diário afasta risco de câncer


Estudo finlandês diz que maior consumo de oxigênio reduz chances de morte pela doença


O aumento do consumo de oxigênio, associado a atividades físicas moderadas a intensas, parece reduzir o risco de câncer. É o que relata um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine.


A pesquisa finlandesa acompanhou 2 560 homens entre 42 e 61 anos, cujas rotinas de malhação foram supervisionada por um ano. Nenhum dos participantes do estudo tinha histórico de câncer na família e todos eles foram reavaliados por 16 anos. Nesse período, 181 morreram de câncer. Aqueles que haviam se engajado em atividades físicas intensas a moderadas por 30 minutos diários tiveram 50% menos chance de desenvolver a doença, quando comparados a outros homens.


Os pesquisadores descobriram que um aumento de 1,2 unidades metabólicas (consumo de oxigênio) foi relacionado com a redução do risco de morte por câncer, especialmente o gastrointestinal e nos pulmões.


Fonte: Revista Sport Life - 31.07.09

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O bronzeamento artificial e o câncer




A OMS, Organização Mundial da Saúde, faz um alerta: as camas e lâmpadas ultravioleta de bronzeamento artificial são tão cancerígenas quanto o cigarro.


A Agência Internacional de Pesquisas do Câncer anteriormente classificava esses aparelhos como “prováveis cancerígenos”. O estudo elevou os equipamentos ao nível mais alto de cancerígenos, o grupo 1, ao lado do gás mostarda, por exemplo.


Em comunicado na revista The Lancet Oncology, Fatiha El Ghissassi escreveu: “vários estudos fornecem suficiente e consistente evidência de uma associação positiva entre o uso de luz ultravioleta e o melanoma ocular, câncer de pele que ataca a pálpebra.”


Fonte: Revista Sport Life - 29.07.09

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Chá verde pode retardar câncer de próstata


Estudo indica que substância presente na bebida tem o potencial de reduzir a incidência e retardar a progressão do tumor


Uma substância encontrada no chá verde parece retardar o desenvolvimento do câncer de próstata, segundo estudo britânico publicado na revista Cancer Prevention Research. Diversas pesquisas indicam os benefícios do chá contra uma grande variedade de condições, como as doenças cardíacas e o Alzheimer. E o novo trabalho mostra os efeitos da bebida no controle de tumores.

Avaliando 26 homens com idades entre 41 e 72 anos diagnosticados com câncer de próstata e com cirurgia marcada, os pesquisadores notaram que aqueles que tomaram cápsulas contendo um componente do chá verde chamado polifenol por mais de 30 dias apresentaram, antes da cirurgia, menores níveis de importantes marcadores que indicam o desenvolvimento do câncer: PSA, VEGF e HGF.

Os autores destacam que algumas substâncias presentes no chá verde, principalmente os polifenóis, “podem ter o potencial de reduzir a incidência e retardar a progressão do câncer de próstata” e poderiam ser base de medicamentos para a prevenção da doença. Porém, a quantidade ingerida no estudo seria o equivalente a 12 xícaras diárias, mostrando que o consumo da bebida para a prevenção não seria indicada.
Fonte: Revista Sport Life - 22.06.09