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terça-feira, 11 de junho de 2013

Site lista 10 benefícios do ciclismo à saúde e ao bem-estar

O ciclismo faz as pessoas se sentirem melhor, provoca uma mudança de vida, além de ajudar na perda de peso e melhorar o humor, segundo participantes da Bike Week, no Reino Unido. O evento acontece em junho no país e o site Female First separou uma lista de 10 motivos para se apaixonar pelo esporte.

Condicionamento físico: o ciclismo trabalha as pernas, coxas, glúteos, além se ser bom para o coração e sistema cardiovascular.

Melhora estética: o aumento da circulação melhora a oxigenação e a chegada dos nutrientes à pele. O ciclismo ainda libera endorfina que proporciona uma sensação de bem-estar.

Ciclismo fashion: é superficial apontar que as roupas são legais, os acessórios são engenhosos e as próprias bicicletas podem ser de modelos impressionantes?

Um novo ponto de vista: descobrir percursos “ciclo-friendly” proporciona a chande de ver lugares familiares de uma forma totalmente diferente, além de conhecer novas pessoas.

​Paquera: a proporção de homens e mulheres em bicicletas é de 3 para 1, ou seja, é uma boa oportunidade para conhecer alguém especial.
Praticidade: o ciclismo permite o abandono da espera por ônibus e trens e da procura por vagas para estacionar.

Limpa a mente: andar de bicicleta é uma oportunidade para se livrar do estresse e preocupações, respirar ao ar livre e até curtir um pouco o sol.

É grátis: você irá economizar em tarifas do transporte público, combustível, estacionamento e multas de trânsito.

Ciclista inspiradora: por adotar um modelo de vida saudável pode inspirar as pessoas ao redor, como amigos e familiares, a começar a praticar o ciclismo também.

Mais tempo para se divertir: uma pesquisa com dois gêmeos idênticos, feita pelo Kings College de Londres, mostrou que o irmão que fez três passeios de bicicleta de 45 minutos por semana ficou nove anos “biologicamente mais jovem” em relação ao que não praticou ciclismo.
Fonte: Site Terra - 01.06.13
 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Gordura Localizada, quem não tem???

Quem não quer um corpinho sarado e sem os temíveis pneuzinhos, gordura em excesso... Mas por outro lado desempenha um papel importantíssimo no funcionamento do nosso organismo como:
Proteção: ela funciona como escudo protetor contra o traumatismo dos órgãos vitais , até  4% da gordura corporal total desempenha essa função;
Isolamento: aumentam a capacidade das pessoas de tolerar os extremos de exposição ao frio, transformando gordura em energia para manter o equilíbrio da temperatura.
Transporte de vitaminas: importante no transporte de 4 vitaminas :A, D, E e K. Assim sendo, a eliminação ou a redução significativa da gordura da dieta pode resultar num menor nível dessas vitaminas.
A gordura localizada é um aumento do estoque de gordura em determinados lugares mais que outros, em outras palavras é aquela gordura que se mantém inalterada quando engordamos ou emagrecemos, não somem com ginástica, massagem ou redução de peso. Apenas com os recursos estéticos não  conseguimos trabalhar essa disfunção, uma interação entre dieta e exercícios físicos são fundamentais para o resultado do tratamento.

Classificação para distribuição da gordura localizada:
Maçã: predominância de gordura na região abdominal e seios, mais comum em homens e mulheres na menopausa ou com problemas hormonais, acarreta sérios risco a saúde como doenças do coração, diabetes e hipertensão, embora todo o excesso de gordura seja prejudicial esse tipo é o mais preocupante e difícil de tratar;
Pêra: gordura localizada na região de quadris, aparece com mais freqüência nas mulheres;
Ampulheta: cintura fina e quadril largo;
Retangular: acúmulo de gordura na região abdominal e quadril.

Locais de maior acúmulo de gordura nas mulheres:
1- abdômen inferior; 2- abdômen superior; 3- flancos; 4- cultores; 5- interno de coxas; 6- interna dos joelhos; 7- dorso inferior; 8- dorso superior; 9- sub- glúteos; 10- posterior dos braços (Tríceps).
Soluções para eliminar de vez a gordura localizada:

Dietoterapia: O primeiro passo é reeducar a alimentação, diminua a ingestão de frituras, embutidos, refrigerantes, doces e massas, prefira alimentos integrais, gorduras boas, carnes magras e sucos naturais! Dica: não fique horas sem comer, o organismo entende que precisa armazenar mais  gorduras, no caso de faltar energia nesse intervalo. Coma pequenas porções a cada 3 horas, isso aumenta o metabolismo.
Exercícios físicos: Já estamos cansados de saber, mas o exercício é fundamental para eliminar gordura, pois em esforço o corpo usa de suas reservas para gerar energia, o que significa queimar o excesso.
Elimine o stress: Durante uma crise de stress o cérebro libera uma substância chamada cortisol, o qual tem afinidade com um receptor localizado no adipócito (célula que armazena gordura), responsável por armazenar mais gordura!

Tratamentos estéticos:
Carboxiterapia: O gás injetado no tecido gorduroso, rompe as células de gordura, e essa gordura será eliminada pela urina. É indicado fazer no mínimo 2 e no máximo 3x na semana, o número de sessões total necessária vai depender da quantidade de gordura no local.
Ultra som: O ultrassom emite ondas sonoras que promovem vibrações mecânicas nos tecidos subcutâneos. Essas vibrações aumentam a circulação local e alteram a permeabilidade da membrana das células de gordura, favorecendo o extravasamento do seu conteúdo que será reabsorvido e eliminado pelo organismo. Também deve ser associado a outros tratamentos, sendo feito em dias intercalados.
Criolipólise: É um tratamento novo,processo é feito por um aparelho que faz sucção e congelamento da gordura localizada em uma temperatura aproximadamente 5 graus, o aparelho age superficialmente, sem cirurgias, ou contato direto com a gordura e ainda é possível mandar embora até 40% da gordura indesejada. É indicado 1 sessão a cada 45 dias, no mesmo local, totalizando no máximo 3. Seus resultados começam a aparecer após 15 dias, podendo chegar até 4 meses para o resultado final! Mas vale a pena esperar!!! Os resultados são fantásticos! Esse tratamento pode ser associado a drenagem linfática, ultra som ou carboxiterapia, sempre respeitando os intervalos e as orientações passadas pelo profissional!

Fonte: Blo da Lele - 28.02.13

terça-feira, 4 de junho de 2013

Hipertensão, diabetes, asma e até idade trazem riscos à gravidez

A saúde da mãe e do bebê fica comprometida se estes quadros não forem bem acompanhados

No dia 28 de maio é lembrado o Dia Nacional da Redução de Mortalidade Materna. De acordo com número da Organização das Nações Unidas (ONU) cerca de 287 mil mulheres morrem diariamente no mundo por problemas relacionados à gravidez. Durante os nove meses da gestação, mãe e feto são praticamente uma pessoa só. E se a mulher tiver algum problema de saúde, é muito provável que o bebê sinta as consequências tanto quanto ela, isso torna o período bem mais arriscado. "Consideramos uma gravidez de risco, quando temos um problema que poderá causar danos tanto para a mãe quanto para o feto, que ocorre, por exemplo, quando temos uma mulher com alguma doença grave", explica Augusto Bussab, ginecologista e especialista em fertilização.

Claro que doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou hipotireoidismo não podem ser curados, apenas tratados e também não pode impedir que mulheres realizem o sonho de ser mães. A solução, nesses casos, é um rigoroso acompanhamento pré-natal, que localizará logo de início qualquer problema, caso a futura mamãe não o saiba de antemão. "No pré-natal as medidas de pressão, peso e os exames de rotina, incluindo o ultrassom, geralmente sinalizam o risco", relata a ginecologista Arícia Giribela, ginecologista e obstetra, membro da Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo (Sogesp).

Por isso mesmo, relatar histórico de família é muito importante nessas ocasiões, já que muitas dessas doenças têm uma correlação com a genética. Vale contar tudo ao médico, inclusive os próprios maus hábitos. E não são apenas enfermidades que entram na lista de possíveis riscos para a gestação. Mas para saber o que esperar em cada caso, listamos quais as condições que podem causar complicações e como é feito o acompanhamento de cada uma delas.

Obesidade
O aumento de peso está intimamente relacionado a diversos riscos, como o do parto prematuro, entre outros problemas. "Uma gestante que sofre com sobrepeso ou obesidade terá maiores chances de desenvolver diabetes gestacional, por exemplo, e com isso todas as complicações decorrentes destes problemas", assinala Bussab. Se a gravidez for algo planejado, vale a pena perder alguns quilos para começar já com Índice de Massa Corporal (IMC) dentro do considerado saudável. Mas, caso a gestação tenha começado com um sobrepeso, ainda dá tempo. "O ideal é perder antes, mas o controle rigoroso durante a gestação pode ser feito sem prejuízo do feto", explica a especialista Arícia Giribela.

Hipertensão

A hipertensão pode aparecer durante a gravidez ou já ser uma característica da mãe desde antes. Em ambos os casos, pode trazer diversos riscos à gestante. "A pressão alta altera o fluxo sanguíneo da placenta para o feto causando inúmeros transtornos que podem culminar com sérias complicações como a diminuição do aporte de oxigênio para o feto", explica a ginecologista Arícia. Já no caso da mãe, o quadro pode desenvolver-se para a eclampsia, quando ocorrem convulsões na hora do parto. Por isso é muito importante que a grávida acompanhe sempre essa taxa com seu médico. Ela também pode e deve tomar cuidados, como restringir o sal e controlar o peso. Para as mulheres que já tomavam medicamentos para controlar a pressão, podem ter que fazer troca de medicamento para não prejudicar a criança, mas tudo isso será avaliado pelo médico.

Diabetes

O diabetes também pode aparecer durante a gravidez, quando é chamada de diabetes gestacional, ou já ser um quadro apresentado pela mãe. Em ambos os casos, estar sem acompanhamento médico é nocivo. "A alteração do metabolismo dos açúcares pode trazer malformações fetais importantes, inclusive cardíacas", alerta Arícia. Nesses casos, além do obstetra de confiança, um endocrinologista também acompanha de perto a gestação, para garantir que os níveis de glicose no sangue estejam adequados. Além disso, pode ser necessário o uso de insulina para controlar essas taxas, bem como uma dieta com restrição de açúcar.

Hipotireoidismo

Esse quadro se dá quando a tireoide produz menos hormônios do que necessário e é um quadro que afeta o corpo como um todo, já que a glândula regula o metabolismo. E durante a gravidez o bebê também pode ser prejudicado se o quadro não estiver controlado. "O quadro aumenta o risco de parto prematuro, e traz riscos ao desenvolvimento e à aprendizagem do bebê. Também pode causar descolamento placentário, que é quando a placenta se separa da parede interna do útero antes do nascimento, sendo um risco potencial para a vida tanto materna quanto fetal", considera o ginecologista Bussab. Aqui também é importante que um endocrinologista acompanhe a gestação, até porque será preciso uma maior periodicidade nos exames, afim de se fazer rapidamente qualquer alteração necessária na reposição hormonal, como assinala Arícia.

Cardiopatias

Mulheres com algum problema do coração, como arritmias cardíacas, também precisam de cuidados especiais durante o pré-natal, tanto que essas patologias são uma das maiores causas de morte durante a gestação. "As cardiopatias são perigosas em uma gestação, principalmente se esta gestante não estiver com seu problema controlado. Temos vários tipos de cardiopatias que são bem específicas e conforme o tipo, podemos ter até fetos de baixo peso", explica Bussab. Um dos problemas é que durante a gestação o coração recebe mais trabalho. Há, por exemplo, um aumento da frequência cardíaca a partir da sexta semana. Há casos em que um cardiologista deverá acompanhar de perto a gravidez junto com o obstetra. Pode acontecer também que um problema cardíaco apareça durante a gestação, por isso o médico e a futura mamãe devem ficar atentos a sintomas como palpitações.

Asma

A doença respiratória mais comum e que causa mais complicações é a asma, como explica Arícia. É comum que o quadro se agrave um pouco mais durante a gravidez, já que a elevação do útero comprime o diafragma, causando mais dificuldades para respirar. A menor entrega de ar ao bebê pode fazer que com ele nasça com baixo peso. Já a mãe pode ter complicações como rompimento prematuro da bolsa. "Mas dependerá do grau desta pneumopatologia, assim como no caso de outras", assinala o ginecologista Bussab. Por isso que o pneumologista da futura mamãe deve acompanhar a gestação com o obstetra. Outro fator importante é que a mãe não deixe de tomar seus medicamentos, não apenas para as crises, como também os anti-inflamatórios que previnem as exacerbações. Mas é sempre importante comunicar o ginecologista sobre os medicamentos que estão sendo usados para garantir que o bebê não sofrerá nenhum risco.

Doenças emocionais e mentais

Cada vez mais o número de pessoas com doenças emocionais e mentais aumenta. A depressão, por exemplo, está prevista para ser o quadro mais prevalente em 2030. E apesar de sempre cogitarmos apenas o tipo pós-parto, a mãe também pode ficar deprimida durante a gravidez, o que pode fazer com que ela abandone o pré-natal. Além disso, o tipo de medicação recomendado para esses quadros traz diversos efeitos colaterais, e isso deve ser pesado e observado durante a gestação. "Quando a gestante usa medicações especificas durante os primeiro trimestre, poderemos ter problemas no desenvolvimento fetal. Já se o uso for no final, os efeitos serão como os efeitos colaterais da medicação, e não trarão grandes problemas", avalia o ginecologista Bussab.

Fonte: Minha Vida - 28.05.13