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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Sete técnicas para melhorar o fôlego no treino de corrida

Cuidados com respiração e ritmo garantem melhor desempenho

Pernas fortes e coração saudável fazem a diferença na hora de correr, mas há outro fator importante que não pode ser deixado de lado: a força dos pulmões. Se a capacidade respiratória for limitada, o cansaço aparece mais cedo e a distância percorrida certamente será menor. "Apesar de a respiração ser automática, é preciso ter mais atenção quando ela fica ofegante, pois os músculos demandam mais esforço", conta o educador físico e triatleta Paulo Pestana, do Rio de Janeiro. Ele e o técnico de atletismo Carlos Ventura contam que é possível melhorar o fôlego e aprimorar o desempenho da corrida. Confira os passos a seguir.

Corra regularmente
A regularidade do exercício faz com que o corpo se acostume aos poucos com o esforço e consiga progredir. "Pessoas que não costumam praticar atividade física têm menos fôlego porque a sua atividade aeróbia é fraca e, por conta disso, a capacidade física é menor", explica o técnico de atletismo Carlos Ventura, autor de livros de corrida, como Manual do Corredor (Ícone Editora). Por isso, procure estabelecer uma programação com horários certos.

Reduza a velocidade
Pode ser que você esteja correndo em um ritmo mais rápido do que o seu corpo é capaz - aí não há fôlego que aguente. Carlos Ventura conta que o ritmo ideal do treino deve ser com frequências cardíacas baixas, de modo que todas as funções do organismo entrem em equilíbrio enquanto ele corre. "A capacidade respiratória pode ser melhorada com corridas longas e lentas porque promove uma hipertrofia cardíaca adequada", conta o técnico de atletismo.

Intercale com caminhada
Treinar em séries de corrida e caminhada intercaladas permite uma maior percepção do esforço físico e um tempo para recuperar o fôlego. "Isso ajuda a adaptar o condicionamento físico e o desempenho para uma corrida contínua", explica o consultor esportivo Paulo Pestana. Aos poucos, é possível aumentar o tempo da corrida e diminuir o de caminhada. Um profissional de atividade física poderá ajudá-lo a acompanhar essa evolução de acordo com o seu preparo físico.

Respire corretamente
Quanto mais ofegante você fica, mais a respiração deixa de ser automática. É preciso controlar o movimento de entrada e saída do ar para que não fique acelerado demais durante a corrida. "Costumo aconselhar os alunos com dificuldade de fôlego a fazer a respiração marcada por passos, ou seja, a cada três passos inspirando, faça os mesmos três passos expirando, até que isso seja feito naturalmente", indica o educador físico Paulo Pestana. Também pode fazer diferença evitar respirar somente com a boca, que pode aumentar a sensação de cansaço.

Faça outros exercícios
Se a impressão é de que a corrida não é suficiente para melhorar o seu fôlego, que tal aliar o treino a outros exercícios que também melhoram a capacidade respiratória? Praticamente todos contribuem: natação, treinamento em circuito, vôlei, futebol, tênis, ciclismo, entre outros.
Uma técnica que merece destaque é a yoga. Paulo Pestana indica um movimento bem simples dessa prática que potencializa o movimento da respiração e ativa toda a musculatura envolvida (diafragma e intercostais): focando o abdômen e o diafragma e sem mexer os ombros, inspire com o peito (abrindo as costelas) e expire todo o ar, até encolher a barriga. Faça esse exercício repetidas vezes e lentamente, quando estiver em repouso.

Comece devagar e acelere aos poucos
Por mais que você esteja acostumado a correr em uma velocidade mais rápida, é preciso sempre aquecer o corpo a cada início de treino. O técnico de atletismo Carlos Ventura ainda recomenda alongar e iniciar a corrida em um ritmo devagar. "Para pessoas que estão saindo do sedentarismo, também é preciso começar caminhando e só depois passar para trotes leves, dando preferência a terrenos planos e macios", afirma.

Cuide dos pulmões
O cigarro é um dos maiores inimigo do fôlego. "O hábito de fumar diminui a capacidade respiratória porque prejudica a função dos alvéolos pulmonares de absorverem oxigênio", explica o consultor esportivo Paulo Pestana. Respirar exclusivamente pela boca, deixar o nariz constantemente entupido e não tratar alergias respiratórias também são hábitos que podem dificultar o pleno trabalho dos pulmões.


Fonte:Portal Minha Vida 22/2/2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sanduíche saudável deve conter carboidrato, proteína e vegetais

Alimento é prático, gostoso e pode até substituir uma refeição.
Frango, atum, peru, salmão e sardinha são carnes com gordura boa.

A invenção do sanduíche remete a várias histórias antigas, como a de um lorde inglês chamado Sandwich que adorava jogar baralho e não largava o hobby nem para comer. Para não sujar as cartas, ele pegava um pedaço de carne com duas fatias de pão.

Nascia aí o sanduíche, que hoje se popularizou sob a forma de fast food, principalmente nas versões de hambúrguer e cachorro-quente.

Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Cynthia Antonaccio, o sanduíche é prático, gostoso e pode até substituir uma refeição, desde que contenha os três alimentos essenciais: carboidrato, proteína e vegetais.

O cálculo das porções do seu sanduíche ou prato pode ser feito com a mão. A palma, sem os dedos, é o valor recomendado de proteína. O punho fechado corresponde à quantidade de carboidratos e a mão toda aberta é a quantia indicada de vegetais.

Os especialistas destacaram que o sanduíche deve ser colorido, da mesma forma que a comida. Variar as cores garante uma maior ingestão de substâncias, com poderes nutricionais diferentes, sempre buscando uma dieta mais completa em vitaminas e minerais.

Vegetais roxos, por exemplo, são ricos em antocianinas. É o caso da berinjela, do repolho roxo, da alface roxa, da cebola roxa e da beterraba. Já as carnes com gordura boa são frango, atum, peru, salmão e sardinha.

Sanduíche de frango
Ingredientes
Peito de frango desfiado, requeijão, milho, cenoura e pepino, no pão integral.

Modo de preparo
Misture o frango com o requeijão e passe no pão. Depois adicione o restante dos ingredientes.

Preço médio
R$ 2,90

Sanduíche de pernil
Ingredientes
Pão, pernil e molho com cebola e pimentão verde.

É bom porque tem os três grupos contemplados e é saboroso. Melhor ainda seria se aumentássemos a porção dos vegetais e adicionássemos os pimentões amarelo e vermelho para potencializar o poder nutricional.

Sanduíche de carne de panela
Ingredientes
Pimentão, azeite e cebola normal, no pão baguete.

Modo de preparo
Refogue a carne, os pimentões coloridos e a cebola com azeite. A cebola, como é mais demorada, começa a ser refogada primeiro e logo vêm os outros ingredientes.

Cachorro-quente
Ingredientes
Salsicha, catchup, mostarda, maionese, repolho, batata palha, purê de batata e molho vermelho, no pão de cachorro-quente.

É bom porque, com o repolho, tem os três grupos contemplados e é saboroso. Melhor seria se equilibrássemos a quantidade dos elementos, diminuindo as fontes de carboidrato (pão, batata palha e purê) e aumentando e variando as fontes de vegetais. Uma ótima alternativa e é adicionar milho e ervilha à receita.

Sanduíche de atum
Ingredientes
Atum, maionese, tomate picado, rúcula e cebola roxa, no pão sírio.

Modo de preparo
Misture o atum com a maionese, passe no pão e adicione o restante dos ingredientes bem picados e temperados.

Preço médio
R$ 3,70

http://g1.globo.com/bemestar/

Fonte:G1 22/2/2012

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Você malha só para emagrecer? Saiba mais 9 razões para se exercitar

Apesar de não substituir as consultas regulares a um médico, descubra outros nove bons motivos para começar a malhar, que não seja somente diminuir os ponteiros da balança, de acordo com o site 'Huffpost Healthy Living'

Saúde do coração: o exercício faz o coração bombear sangue, já que o órgão nada mais é do um músculo. O resultado? Um coração mais forte e saudável. Aproveite, já que números do Ministério da Saúde mostram que em 2009 (último dado consolidado), o Brasil teve 319 mil óbitos causados por doenças cardiovasculares, o equivalente a 31% das mortes naquele ano.

Melhora da performance no trabalho: há vários estudos que fazem uma relação direta da prática de atividade física com o aumento da produtividade no trabalho. Alguns pesquisadores acreditam que o exercício possibilita a chance de limpar a mente, enquanto outros pensam que o principal motivo são as endorfinas liberadas, fazendo com que a pessoa se sinta mais preparada para assumir novas tarefas.

Ossos mais fortes: sua malhação inclui treinamento com peso? Se não, você deveria repensar o fato. Se quiser ter ossos fortes e saudáveis com o passar da idade o levantamento de peso pode ajudar na luta contra a osteoporose, além de agregar massa magra ao organismo.

Pele mais clara: é inevitável, malhar é sinônimo de suar. Mas vai além. A verdade é que, à medida que você lava o rosto com um produto que limpa a pele após o exercício, há um aumento de fluxo sanguíneo na sua face, fazendo com que haja uma liberação da sujeira após a transpiração. O resultado é uma redução da acne.

Mais energia: você pode até se sentir muito feliz por ter resistido a uma aula exercícios pesados sem sucumbir. Mas um dos maiores benefícios da atividade física é o aumento da energia que vem depois. Pessoas que malham regularmente relatam menos fadiga e um acréscimo geral de energia. E quem não quer isso.

Melhora do sono: o que mais o exercício pode fazer? Ao malhar de três a cinco vezes na semana há uma melhora da qualidade do sono de diversas maneiras. Primeiro, você respira com maior regularidade. Em segundo lugar, o seu corpo está mais cansado, então você dorme profundamente. Nem o vizinho mais bagunceiro conseguirá acordá-lo.

Menos dias doentes: sabe aquele colega de trabalho que raramente fica doente? A menos que a pessoa tenha uma genética fantástica, o segredo está na prática de atividade regular e moderada, fazendo com que seu corpo esteja mais preparado para combater o resfriado comum, gripe e outros problemas. Mas não exagere, malhação em excesso pode deixá-la doente.

TPM: os exercícios podem ajudar a aliviar os sintomas da TPM, como dores e as flutuações de humor.

Você mais feliz
O fato é que, mesmo se você odeia se exercitar, provavelmente se sentirá muito bem depois de suar. Isso porque o cérebro libera endorfinas, proporcionando uma melhora do humor por horas e até dias. Além disso, à medida que você fica mais forte e saudável, torna-se confiante e com a autoestima lá em cima. Não perca tempo e já para a malhação

http://www.terra.com.br
Fonte: Terra 22/2/2012