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terça-feira, 4 de setembro de 2012
Usar muito salto alto pode causar problemas nos pés, joelhos e coluna
Um sapato de salto alto deixa qualquer mulher elegante, mas com o tempo, o uso excessivo pode causar alguns problemas.
Algumas das regiões que podem ser afetadas são os pés, os calcanhares, os tornozelos, os joelhos e a coluna. Mas isso não significa que todas as mulheres que usam salto terão essas complicações.
O sapato com salto altera a maneira de andar: os ombros vão para trás e a cabeça para a frente e isso muda a angulação da coluna, o que pode prejudicar o pescoço e a lombar, além de aumentar as chances de alteração postural. O calçado ideal deve respeitar o formato dos pés, protegendo-os e evitando zonas de compressão. A dica dos especialistas é reduzir o tempo em cima do salto e variar os tipos de sapatos.
Especialistas afirmam que até 5 cm, o que equivale a 3 dedos, o salto é relativamente seguro. Acima disso, aumentam as chances de pressão na planta dos pés e outras complicações. Usar o salto três vezes por semana, mais ou menos por 7 horas por dia, é um fator de risco grande para problemas futuros.
No entanto, como explicou o ortopedista Túlio Diniz, a falta total do salto também pode ser prejudicial. Os sapatos baixos, como as sandálias rasteirinhas, não conseguem absorver o impacto da caminhada e isso também sobrecarrega os tornozelos e os joelhos.
Um sintoma muito comum de que os sapatos não estão adequados é o aparecimento de calos. Fora isso, o uso do salto pode aumentar a lordose, dobrar a carga que o joelho recebe e até triplicar a carga que o quadril recebe.
Ao colocar uma carga muito pesada na frente dos pés, as articulações começam a ser esmagadas e afastadas. Por isso, os dedos apertados começam a desviar para fora, formando o joanete. Quanto mais estreito for o salto na parte da frente, pior para formar o joanete.
Há também o sneaker, um sapato que parece um tênis mas tem um salto por dentro. Eles possuem uma plataforma alta, que gera desequilíbrio dos membros inferiores.
Segundo o ortopedista Túlio Diniz, esse sapato faz com que a pessoa coloque um peso maior nas pernas, perca a sensibilidade da pisada e isso facilita o entorse. Por isso, os sneakers devem entrar para a categoria de salto.
O resultado da enquete feita no nosso site foi bastante equilibrado e a maioria das mulheres respondeu que usa o salto apenas uma vez por semana.
Para as 15% que responderam que usam o salto todos os dias, a dica principal é reduzir esse uso. Para o dia a dia, o ideal é optar pelos tipos com até 5 cm de altura e com base larga.
Os solados emborrachados também são os mais indicados porque absorvem melhor o impacto. E, se for possível, ao sentar, tire o salto e apoie os pés no chão ou outra base de apoio, principalmente se for ficar muito tempo sentada.
Tênis
O médico do esporte Gustavo Magliocca mostrou no Bem Estar os diferentes tipos de tênis e para quais situações eles são recomendados. Os tênis são desenvolvidos com base nos diferentes tipos de pisada.
Para saber qual o melhor, é preciso primeiro pensar para que o tênis vai servir.
Por exemplo, para uma caminhada diária e uma corrida leve, o ideal é um calçado com solado estruturado, bom amortecimento e aderência no solo.
Mas, para as pessoas que correm mais, o indicado é um tênis com um solado que permite a transferência da energia, que tenha boa aderência e um tecido que permite a transpiração, porque isso evita que os pés fiquem aquecidos e apareçam bolhas.
O ortopedista também deu dicas para quem faz academia. Nesse caso, os tênis devem ser mais macios. Para quem malha mais pesado, ele recomenda os tênis com salto maior no calcanhar.
Fonte: programa bem estar - 31.08.12
domingo, 17 de outubro de 2010
Estresse e dores nas costas estão fortemente ligados

sábado, 20 de março de 2010
Ciático, um pesadelo

O motorista Flávio Werlei de Sousa, 38 anos, sofria com dor no nervo ciático desde 2007. O problema o incapacitou para o trabalho e fazia uma simples caminhada parecer uma maratona. Até obter o diagnóstico correto, Flávio peregrinou por ortopedistas, neurologistas e reumatologistas. Chegou a ser submetido a uma cirurgia de varizes, que não amenizou em nada a agonia, e perdeu a conta dos medicamentos que tomou.
Preste atenção!!!
– Menos de 5% dos pacientes que sofrem dor ciática em decorrência de hérnia de disco têm indicação cirúrgica. Muitos procedimentos são realizados sem necessidade – confirma Zylbersztejn.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
LOMBALGIA NA GESTAÇÃO (Dor lombar)

sintomas por falta de pesquisas direcionadas a esse tema.
verificar quais pesquisas estão sendo realizadas nessa área.
Dentre as publicações, foram selecionadas somente as de língua portuguesa e inglesa, artigos que incluíssem revisões bibliográficas, tratamentos ou pesquisas experimentais. Dessa forma foram identificados 21 artigos.

gestação, e a região lombar acentua sua curvatura com o crescimento uterino frontal.
profissionais de saúde na assistência pré-natal. De fato, a lombalgia pode ser um sintoma, porém em graus maiores causa incapacidades, devendo ser considerada como doença e tratada.
em pacientes com depressão, por exemplo, a sensação de dor torna-se mais comum.
com idade gestacional entre 34 e 37 semanas apresentaram dor que interferia significativamente em suas habilidades físicas e qualidade de vida.

gestante, podendo não só melhorar a lombalgia, como proporcionar mais disposição para as atividades normais.
- Aumento da lordose;
- Alteração do centro de gravidade e conseqüentemente da postura;
- Frouxidão da musculatura;
- Mudanças hormonais, mecânicas e vasculares.
- Afastamento do trabalho;
- Inabilidade motora;
- Insônia;
- Desconforto;
- Depressão.
- Analgésicos;
- Anti-inflamatórios;
- Fisioterapia (exercícios de alongamento).
- Adequação dos ambientes de trabalho, com orientação ergonômica;
- Dormir pelo menos 8 horas por dia, em colchão confortável;
- Não fumar;
- Não beber;
- Praticar exercícios.
fisioterapeuta ou profissional de educação física, a orientação sobre os exercícios adequados e técnicas de relaxamento.

segunda-feira, 29 de junho de 2009
Cuidando da Coluna e da Postura - PARTE II
Dependendo da região, localização ou gravidade da compressão do nervo é que será definido o tipo de irradiação, que pode atingir uma área contínua ou parcial.
Além da dor irradiada, existem casos onde a dor ocorre apenas no local da lesão.
Algumas situações do dia-a-dia no trabalho ou em casa contribuem para o aparecimento das lesões na coluna vertebral ou nos discos intervertebrais: escorregar enquanto caminha; um objeto vai cair ao chão e abruptamente tenta-se pegá-lo; levantar uma carga em local inacessível; suportar peso com o corpo; pegar ou manusear, cargas mais pesadas dobrando o tronco para frente, ou dobrar o tronco lateralmente ou torcer o tronco para um lado; pegar ou manusear objetos pesados longe do corpo; pegar ou manusear cargas muito altas ou muito baixas, esticando os braços.
As doenças de um modo geral não acontecem da noite para o dia, elas são cumulativas e progressivas. Certamente, todos os dias as pessoas realizam alguma atividade que pode prejudicar a coluna.
A seguir algumas situações que contribuem para o aparecimento das lesões dos anéis fibrosos e conseqüentemente dos discos intervertebrais:









A seguir a postura CORRETA no Computador:
Assim, todas as vezes que se aumenta ou elimina as curvaturas fisiológicas da coluna estão dadas as condições para o aparecimento da dor nas costas. A dor pode ou não ser associada a uma lesão no disco, pois quando não ocorre uma lesão no disco pode estar havendo apenas uma contratura muscular.
Por isso, ATENÇÃO com: carga longe do corpo; carga muito baixa, carga elevada; movimentação freqüente de carga; carga com pega ruim (mala sem alça).
Boa técnica para lidar com peso: sempre perto do corpo; elevadas à 75 cm do piso; pequenas distâncias a percorrer; pesos leves; ocasionalmente; simetricamente e sem rotação do tronco; com uma pegada adequada.
Com o passar dos anos, vamos submetendo a nossa coluna a uma série de posturas inadequadas, impactos e esforços feitos sem nenhum cuidado. Saiba que os males da coluna são perfeitamente evitáveis, basta se conscientizar de como preservá-la adequadamente.
Muitas pessoas não conhecem o próprio corpo, como ele funciona (bem ou mal), nem como manter a saúde geral do organismo.
Gestos como andar, sentar e até mesmo dirigir o carro podem representar a diferença de uma coluna saudável ou não. Muitos danos podem ocorrer se você insistir numa postura errada. Quanto antes forem corrigidos e trabalhados, mais fácil fica eliminar os vícios posturais.
Os exercícios físicos, sem dúvida, contribuem muito para evitar lesões e também corrigir problemas já detectados, pois músculos fortes, treinados e com boa flexibilidade protegem a coluna, diminuindo o risco de lesões.
As pessoas que tem problemas de coluna necessitam de um trabalho de musculação para fortalecer os músculos que estão relaxados ou flácidos, e de muito alongamento para relaxar os músculos tensos, além de proporcionar maior flexibilidade, evitando lesões em quedas e movimentos bruscos como, por exemplo, estiramento e distensão muscular.
Preserve ao máximo a sua saúde, pois sempre há resposta para tudo que fazemos. Atitudes e vícios ruins trarão, mais cedo ou mais tarde muitos, problemas, por isso cuide constantemente da sua alimentação, faça atividades físicas regularmente e mantenha uma boa postura. O seu corpo irá agradecer!
Fontes:
http://www.orientacoesmedicas.com.br/lesoesnacolunavertebral_colunaepostura.asp
domingo, 28 de junho de 2009
Cuidando da Coluna e da Postura - PARTE I

As curvaturas normais são quatro: a lordose cervical (1), a cifose torácica (2), a lordose lombar (3) e a cifose coccígea (sacro e cóccix (4)), como se pode ver na figura acima.
Estas curvaturas são bem visualizadas quando observamos a coluna lateralmente. Em caso de encontramos curvaturas observando a coluna posteriormente (de costas), temos um desvio de coluna chamada escoliose.
As dores nas costas e os problemas da coluna ocorrem com grande freqüência na prática clínica de um médico de família. Alguns autores relatam que entre 70 a 80% da população mundial teve ou terá algum tipo de dor nas costas.
As causas e agravantes destas situações são as condições de trabalho, o manuseio, levantamento e carregamento de cargas excessivamente pesadas, a manutenção de posturas incorretas por muito tempo, as causas psicossomáticas e a fadiga muscular.
Muitos casos de dor nas costas podem ser provocados por tensões nos músculos e ligamentos que sustentam a espinha dorsal. Trabalhos e estilos de vida sedentários predispõem a este tipo de tensão. A obesidade - que sobrecarrega o peso sobre a coluna vertebral e pressiona os discos -, é outro fator desencadeante.
A coluna vertebral é formada por 33 ou 34 vértebras, que são separadas uma das outras por um disco intervertebral, este disco é responsável pela mobilidade da coluna. Esta parte da anatomia é bastante interessante como se pode ver no desenho a seguir.


Acima observa-se que a vértebra é a parte óssea da coluna, e o orifício de conjugação é o espaço por onde passam os nervos.
Existem dois tipos de nervos, um responsável pelas sensações e outro responsável pelos movimentos.
Entre as vértebras vemos o disco intervertebral e mais ao centro do disco encontramos o núcleo pulposo.
Quando a pessoa se movimenta para frente, para traz ou para os lados o núcleo pulposo se movimenta também, porém em sentido contrário, ou seja, quando se dobra o tronco para frente, o núcleo vai para traz em direção ao nervo.
O núcleo pulposo é muito mais rígido do que o disco e têm a tendência de “tentar fugir“. Quem impede esta “fuga” são os anéis fibrosos. Quando estes anéis são danificados o núcleo fica instável e pode conseguir “fugir”. A saída do núcleo é chamada de hérnia de disco. A hérnia de disco pode acontecer entre qualquer uma das vértebras, porém a maior incidência se dá na região lombar.
Os nervos são divididos em troncos. O tronco cervical inerva principalmente os membros superiores (braços) e o tronco lombar inerva principalmente os membros inferiores (pernas). Inervar quer dizer que estes nervos são responsáveis pelas sensações e movimentos destas regiões. Portanto, quando acontece uma hérnia na região lombar pode ser sentido o reflexo (dor ou formigamento) nas pernas ou perna, como na ilustração abaixo.

CONTINUA...
Fonte: http://www.orientacoesmedicas.com.br/colunaepostura.asp e outros.

