Muitos alunos me perguntam: Quanto mais aeróbico eu fizer, mais vou emagrecer, certo? ERRADO. Vou fundamentar isso...
Existe um mito de que quanto mais aeróbico você fizer, mais calorias vai queimar e mais magra ficará. Sim, é um MITO. Na verdade, o que acontece no nosso corpo pode ser bem diferente. Para emagrecer de forma eficaz é essencial garantir que, durante a prática de atividade física, você também adquira massa muscular. Não sou eu quem diz, é a Health Science, publicação da Universidade de Colorado, dos EUA. Foi comprovado que a prática de muita atividade aeróbica pode acabar gerando perda de gordura mas também perda de massa muscular, o que teria como conseqüência a diminuição do metabolismo, cessando o processo de emagrecimento. Isso se comprova ainda mais nos resultados dos meus alunos de Personal que tem continuidade de exercícios aeróbios e exercícios com pesos.
Inicialmente, a pessoa que pratica muita atividade aeróbica emagreceria, porém, com o passar do tempo, como perde músculos também, começa a sentir dificuldades para emagrecer e acaba estagnada no mesmo peso. Até porque o nosso corpo “se acostuma” com a quantidade de atividade física regularmente praticada, sendo necessário fornecer cada vez mais estímulos para perda de peso.
Vamos dar uma olhada nos resultados práticos do estudo realizado pela Universidade de Colorado? Um primeiro grupo de homens e mulheres que fizeram apenas aulas aeróbicas conseguiram perder 1,8 quilo, mas não ganharam músculos, enquanto um segundo grupo fez a metade de aulas aeróbicas e levantamento de peso. O resultado? Perderam 4,5 quilos de gordura e ganharam 0,9 quilos de músculos. Fica a dica para você que se mata fazendo três horas de aeróbico: muito cuidado, no final das contas pode acabar te prejudicando, causando lesões ligamentares ou tendinites.
Existem dezenas de estudos indicando os mesmos resultados: Universidade de South Wales, Austrália, na Universidade do Oeste da Escócia, Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, Universidade de Munique e tantas outras que podem ser citadas (ao todo foram vinte e duas pesquisas em Universidades diferentes). O denominador comum foi a conclusão de que é mais benéfico um exercício aeróbico de menor período de duração e mais intenso do que um aeróbico de longa duração (longa duração = mais de 50 minutos).
A explicação é simples: quando praticamos atividades aeróbicas de longa duração, nosso corpo secreta um hormônio chamado GRELINA, que desperta a sensação de fome no cérebro, fazendo com que as pessoas que pratiquem atividades de longa duração comam mais e acabem consumindo mais do que gastaram.
Nas pessoas que praticaram atividade aeróbica intensa de curta duração, os níveis de grelina se mantiveram estáveis, logo, a pessoa gastou praticamente as mesmas calorias e não comeu tudo de volta depois.
Há algum tempo atrás, diziam que para utilizar a gordura como substrato de energia (queimar gordura), a melhor forma era ficar o máximo de tempo possível se exercitando em uma intensidade moderada. Acreditava-se que esta seria a melhor forma porque a gordura é uma fonte de energia lenta, sendo necessário muito tempo de treino para queimá-la. Porém hoje já se sabe que isto não é verdade, foi comprovado que em atividades de alta intensidade o gasto calórico total é MAIOR e isso é o que vale, maior Gasto Energético! Por isso, prestem atenção: ficar horas se matando em atividade aeróbica é ruim tanto para ganho de massa muscular como para emagrecimento. Mais: em atividades de alta intensidade a queima de gordura persiste por mais tempo depois de cessada a atividade física. Por isso que muitas vezes depois do banho, você ainda sinte seu corpo acelerado!
O treino padrão sugerido na maioria dos estudos foi o seguinte: dez minutos de corrida leve, como aquecimento, depois alternar UM MINUTO correndo na maior velocidade que você conseguir com DOIS MINUTOS caminhando calmamente para descansar. APENAS SEIS repetições bastariam, como regra geral. O tempo total de aeróbico ficaria em VINTE E OITO MINUTOS. Nunca esqueça de consultar um profissional de EF que te informe se este é de fato o treino mais indicado...
São estudos recentes, mais se comprova freqüentemente na academia e nos meus alunos! Aproveite e procure um profissional para te orientar!!!
Bons treinos e resultados!!!
Você é o interessado número:
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Pausa para exercício aumenta a produtividade no trabalho
Profissionais que fazem atividade física produzem mais em menos tempo.
Dedicar um tempo do horário de trabalho para fazer atividade física pode aumentar a produtividade no emprego. É o que demonstra um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Estocolmo e do Instituto Karolinska, na Suécia, e publicado no periódico Journal of Occupational and Environmental Medicine.
De acordo com o estudo, é possível usar um tempo determinado no trabalho para praticar algum exercício ou para outras medidas de promoção de saúde, conseguindo, ainda assim, alcançar níveis de produção mais elevados. Atingir a mesma produção, com menos horas de trabalho, já significa uma maior produtividade. Além disso, os profissionais se beneficiam também de um melhor quadro de saúde, devido à atividade física.
“Esse aumento de produtividade acontece porque se faz mais em menos tempo, talvez por causa de um ganho de energia, de vigor, mas, por outro lado, também em função de um menor número de abstenções por causa de doenças”, dizem Ulrica von Thiele Schwartz e Henna Hasson, responsáveis pelo estudo.
Pesquisa
No estudo, dois consultórios dentários foram convidados a dedicar 2,5 horas por semana à atividade física, distribuídas em duas sessões. Um outro grupo de profissionais teve ainda a mesma diminuição nas horas de trabalho, mas sem o exercício físico obrigatório. Um terceiro manteve suas horas de trabalho usuais, de 40 horas por semana.
Os resultados mostram que os três grupos foram capazes de manter ou mesmo aumentar seus níveis de produção - neste caso, o número de pacientes atendidos, durante o período de estudo em comparação ao ano anterior. Aqueles que se exercitaram também relataram melhorias na produtividade e na sua autoavaliação – eles perceberam que conseguiram fazer mais no trabalho, foram mais capazes e ficaram menos doentes.
Fonte: Portal da Educação física - 08.09.11
Dedicar um tempo do horário de trabalho para fazer atividade física pode aumentar a produtividade no emprego. É o que demonstra um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Estocolmo e do Instituto Karolinska, na Suécia, e publicado no periódico Journal of Occupational and Environmental Medicine.
De acordo com o estudo, é possível usar um tempo determinado no trabalho para praticar algum exercício ou para outras medidas de promoção de saúde, conseguindo, ainda assim, alcançar níveis de produção mais elevados. Atingir a mesma produção, com menos horas de trabalho, já significa uma maior produtividade. Além disso, os profissionais se beneficiam também de um melhor quadro de saúde, devido à atividade física.
“Esse aumento de produtividade acontece porque se faz mais em menos tempo, talvez por causa de um ganho de energia, de vigor, mas, por outro lado, também em função de um menor número de abstenções por causa de doenças”, dizem Ulrica von Thiele Schwartz e Henna Hasson, responsáveis pelo estudo.
Pesquisa
No estudo, dois consultórios dentários foram convidados a dedicar 2,5 horas por semana à atividade física, distribuídas em duas sessões. Um outro grupo de profissionais teve ainda a mesma diminuição nas horas de trabalho, mas sem o exercício físico obrigatório. Um terceiro manteve suas horas de trabalho usuais, de 40 horas por semana.
Os resultados mostram que os três grupos foram capazes de manter ou mesmo aumentar seus níveis de produção - neste caso, o número de pacientes atendidos, durante o período de estudo em comparação ao ano anterior. Aqueles que se exercitaram também relataram melhorias na produtividade e na sua autoavaliação – eles perceberam que conseguiram fazer mais no trabalho, foram mais capazes e ficaram menos doentes.
Fonte: Portal da Educação física - 08.09.11
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Esteira ou rua: o que levar em conta para caminhar ou correr?
Uma dúvida que não quer calar: o que será mais saudável e eficiente? Correr na rua ou na esteira? Muitos profissionais acreditam que, caso o treino seja bem realizado, as esteiras podem ser ótimas aliadas na obtenção dos resultados desejados. Mas há quem goste de correr nas ruas para aliar a boa forma a uma mente saudável, então, vale o gosto e o acompanhamento correto para obter os resultados desejados.
Acompanhe as principais diferenças cada uma dessas modalidades e escolha qual é mais adequada para a sua realidade:
Domínio do ritmo:
Na esteira, basta olhar no painel para acompanhar o ritmo, a velocidade e a distância. Também dá para ajustar a inclinação do terreno, além de criar percursos de acordo com o seu objetivo. É a tecnologia que se adapta aos seu plano de atividade física!
Já nas corrida ao ar livre, é mais difícil controlar o ritmo, a velocidade e a distância percorrida. O ideal é usar sempre um monitor cardíaco, para não extrapolar e garantir uma corrida mais segura. Por outro lado, existe a vantagem de conhecer paisagens e interagir com a natureza.
Impacto sobre a musculatura:
Quanto ao impacto, a esteira é melhor para quem está começando a correr, pois a maioria das máquinas vendidas na atualidade possui sistemas de redução de impacto.
No caso da corrida na rua, os interessados precisam tomar um cuidado especial. Além de comprar um bom tênis. É preciso ficar atento ao piso. Neste sentido, o asfalto é a superfície de maior risco de lesões. A grama e a areia batida são mais seguras, enquanto a areia fofa é indicada se você quer treinos mais pesados.
Movimento exigido:
Como é o chão que se movimenta, a corrida na esteira faz com que o corredor dê um número maior de passadas – com o tempo, há o risco de ter lesões por esforço repetitivo. Isso não acontece na corrida de rua, já que é o praticante que se desloca para frente. Por isso, correr ao ar livre exige mais força muscular, principalmente de coxas e panturrilhas. Isso torna o gasto calórico maior que o da esteira. Mas atenção: nos dois tipos de corrida há o risco de lesão. Tome cuidado e não exija demais do seu corpo.
Influência do vento:
O vento também é um fator importante a ser levado em conta na hora de escolher entre corrida na rua ou na esteira. No caso do equipamento, o vento não interfere, o que deixa a corrida mais confortável. Mas isso também compreende uma desvantagem. Afinal, como a dificuldade imposta pelo vento não existe na corrida na esteira, o corredor fará menos força, gastando menos calorias. Quem corre na rua tem aproveita esse diferencial: a resistência oferecida pelo vento deixa a malhação mais pesada. Com isso, proporciona melhor condicionamento físico.
Tempo e temperatura:
Quem malha em casa ou na academia e usa a esteira não corre o risco de o mau tempo comprometer a atividade. Quando se fala em “projeto verão”, oportunidade para entrar em forma e aproveitar a estação mais quente, esse detalhe é importante, porque chove mais com a aproximação desta época do ano. Além disso, o ideal é posicionar o equipamento em locais com ar condicionado e boa ventilação para não sofrer com o calor.
Os que preferem correr na rua estão sujeitos a temperaturas muito altas ou baixas demais e podem sofrer algum incômodo e ter o rendimento prejudicado. Também há a possibilidade de os dias chuvosos cancelarem o treino.
Hidratação:
No quesito reposição de líquidos, a esteira ganha com folga da corrida convencional. No equipamento, a garrafa de água fica no suporte do aparelho, sempre à mão, o que facilita a hidratação (que é extremamente importante seja qual for o objetivo). Já na corrida de rua, é complicado carregar a garrafinha durante todo o percurso e os praticantes precisam programar um caminho que proporcione essa possibilidade.
Fonte: portal da EF - 23.09.11
Acompanhe as principais diferenças cada uma dessas modalidades e escolha qual é mais adequada para a sua realidade:
Domínio do ritmo:
Na esteira, basta olhar no painel para acompanhar o ritmo, a velocidade e a distância. Também dá para ajustar a inclinação do terreno, além de criar percursos de acordo com o seu objetivo. É a tecnologia que se adapta aos seu plano de atividade física!
Já nas corrida ao ar livre, é mais difícil controlar o ritmo, a velocidade e a distância percorrida. O ideal é usar sempre um monitor cardíaco, para não extrapolar e garantir uma corrida mais segura. Por outro lado, existe a vantagem de conhecer paisagens e interagir com a natureza.
Impacto sobre a musculatura:
Quanto ao impacto, a esteira é melhor para quem está começando a correr, pois a maioria das máquinas vendidas na atualidade possui sistemas de redução de impacto.
No caso da corrida na rua, os interessados precisam tomar um cuidado especial. Além de comprar um bom tênis. É preciso ficar atento ao piso. Neste sentido, o asfalto é a superfície de maior risco de lesões. A grama e a areia batida são mais seguras, enquanto a areia fofa é indicada se você quer treinos mais pesados.
Movimento exigido:
Como é o chão que se movimenta, a corrida na esteira faz com que o corredor dê um número maior de passadas – com o tempo, há o risco de ter lesões por esforço repetitivo. Isso não acontece na corrida de rua, já que é o praticante que se desloca para frente. Por isso, correr ao ar livre exige mais força muscular, principalmente de coxas e panturrilhas. Isso torna o gasto calórico maior que o da esteira. Mas atenção: nos dois tipos de corrida há o risco de lesão. Tome cuidado e não exija demais do seu corpo.
Influência do vento:
O vento também é um fator importante a ser levado em conta na hora de escolher entre corrida na rua ou na esteira. No caso do equipamento, o vento não interfere, o que deixa a corrida mais confortável. Mas isso também compreende uma desvantagem. Afinal, como a dificuldade imposta pelo vento não existe na corrida na esteira, o corredor fará menos força, gastando menos calorias. Quem corre na rua tem aproveita esse diferencial: a resistência oferecida pelo vento deixa a malhação mais pesada. Com isso, proporciona melhor condicionamento físico.
Tempo e temperatura:
Quem malha em casa ou na academia e usa a esteira não corre o risco de o mau tempo comprometer a atividade. Quando se fala em “projeto verão”, oportunidade para entrar em forma e aproveitar a estação mais quente, esse detalhe é importante, porque chove mais com a aproximação desta época do ano. Além disso, o ideal é posicionar o equipamento em locais com ar condicionado e boa ventilação para não sofrer com o calor.
Os que preferem correr na rua estão sujeitos a temperaturas muito altas ou baixas demais e podem sofrer algum incômodo e ter o rendimento prejudicado. Também há a possibilidade de os dias chuvosos cancelarem o treino.
Hidratação:
No quesito reposição de líquidos, a esteira ganha com folga da corrida convencional. No equipamento, a garrafa de água fica no suporte do aparelho, sempre à mão, o que facilita a hidratação (que é extremamente importante seja qual for o objetivo). Já na corrida de rua, é complicado carregar a garrafinha durante todo o percurso e os praticantes precisam programar um caminho que proporcione essa possibilidade.
Fonte: portal da EF - 23.09.11
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