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domingo, 19 de junho de 2011

Especialistas dão dicas para espantar a preguiça e ter mais disposição




No frio, após as refeições e à noite são ocasiões em que a preguiça atinge o nível máximo. No inverno, as pessoas ficam mais quietas e recolhidas, em uma tentativa do organismo de não perder tanto calor e conseguir manter a temperatura. Por conta disso, academias, parques e outros locais ficam mais vazios. Mas é justamente nesta época que se perde menos água e se queima mais gordura. Ou seja, é o momento ideal para se mexer.


A meia hora de recomendação diária de exercícios pode ser intercalada: 15 minutos pela manhã e mais 15 à noite. E quem faz atividade regular acostuma o corpo e sente cada vez mais vontade. Para destacar a importância dos movimentos e dar dicas de como espantar a preguiça, o Bem Estar desta sexta-feira (16) convidou o fisiologista Antonio Carlos da Silva e o preparador físico José Rubens D'Elia.





Com a atividade física, a disposição, o tônus muscular e a energia melhoram, motivados pela ação da endorfina, um neurotransmissor associado à sensação de prazer e bem-estar. Além disso, uma dieta balanceada, com pratos coloridos e alimentos ricos em potássio, confere todos os nutrientes necessários para os exercícios e ainda evita cãibras.


Os exercícios estimulam a capacidade do corpo de se adaptar frente a uma exigência: ele se esforça e sofre alterações até encontrar um novo equilíbrio. E o grande objetivo da orientação física é fazer com que as pessoas não ultrapassem seus limites. Depois de um certo tempo, o indivíduo sente uma sobrecarga, mas que não atrapalha na hora de dormir, não tira o apetite, não dá ansiedade nem prejudica o rendimento físico e mental. Isso é normal: é o organismo se adaptando.


Um certo grau de desconforto após um exercício intenso é comum. Mas uma dor que dura mais de 24 horas pode ser sinal de que aquele esforço foi exagerado. Trabalhar sob orientação profissional até que se conheça bem os limites do organismo é fundamental.


Antes de levantar pela manhã, os especialistas recomendaram respirar profundamente, espreguiçar-se e bocejar. Durante a tarde, a siesta pós-almoço pode ajudar a despertar mais. Já na hora de dormir, é indicado ficar em um ambiente silencioso e escuro, para ativar a melatonina.


DICAS:



Exercite-se – O corpo humano é uma máquina que precisa ser aquecida para ter energia. O exercício funciona, inicialmente, para acordá-lo e tirá-lo do estado de "preguiça". Como outras máquinas (carro, computador, etc), é necessário aquecimento para começar a funcionar.


Determine um prazo rápido para agir – De 5 a 15 minutos é um tempo adequado, que evita o adiamento constante.


Visualize os benefícios da ação – Quando temos claro o que vamos ganhar, obtemos força para mandar a preguiça embora.


Divida a tarefa em partes – Muitas vezes, a preguiça toma conta das pessoas quando a tarefa é grande e difícil. Dividi-la em etapas, com prazos possíveis para cada fase, facilita a execução. Além disso, cada etapa concluída atua como reforço à motivação de seguir em frente.


Parabenize-se e dê prêmios a você – Estabeleça alguns bônus para si mesmo a cada etapa cumprida no prazo. Essa atitude aumenta a autoestima e mantém o foco na continuidade.



Fonte: programa Bem estar - 16.06.11

domingo, 27 de março de 2011

Aprenda a conviver bem com a menopausa


Reposição hormonal, dieta e prática de exercícios são condutas essenciais


Em geral, por volta dos 50 anos, a mulher começa a apresentar sintomas típicos de uma fase conhecida como menopausa que, por definição, é a suspensão do ciclo menstrual por um período superior a um ano.


Essa complicada etapa da vida, que marca o final da idade reprodutiva, em raras vezes passa despercebida, provocando desconfortos físicos e psicológicos. São as terríveis ondas de calor, a sudorese exacerbada e o ressecamento da vagina e da pele, acompanhados de irritabilidade e alterações de humor.


"O que acontece é que o organismo da mulher vai parando de produzir estrogênio. Esse período de irregularidade hormonal é denominado climatério, fase que compreende cerca de 2 anos antes da menopausa (perimenopausa) e vai até dois anos depois dela, podendo variar de mulher para mulher", explica o professor auxiliar da Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC e membro da Associação Brasileira do Climatério, Rodolfo Strufaldi.

Ele esclarece que os desagradáveis sintomas são comuns na maioria das mulheres (70%). Mas existem aquelas que passam por essa etapa sem sentir praticamente nada. "Porém, sintomático ou assintomático, é um período que inspira cuidados porque, sem a proteção do estrogênio, também aumenta o risco de eventos cardiovasculares e de osteoporose", alerta.


Para as mulheres que apresentam sintomas, o especialista recomenda a reposição hormonal. Essa terapia pode se estender de 5 a 10 anos. Porém, para as mulheres que não sentem nada, ainda não há consenso internacional sobre a necessidade ou não de se administrar o tratamento.


De qualquer forma, o especialista reforça que, para todas as mulheres no climatério, é essencial uma mudança de hábitos. "Parar de fumar, por exemplo, é importantíssimo para não aumentar ainda mais o risco cardiovascular. Além disso, uma dieta saudável e mais rica em cálcio ajuda contra a osteoporose", afirma Strufaldi. É recomendável ainda que a mulher evite a ingestão de gorduras e carboidratos em excesso, para não aumentar os níveis de colesterol.


Associado a isso, a prática regular de atividade física também é fundamental. Além dos benefícios mais imediatos ao organismo, melhora o humor e a memória. Isso porque o exercício provoca secreção de endorfinas, que funcionam como analgésicos naturais, e também aumenta os níveis de serotonina, um hormônio neurotransmissor que interfere positivamente no estado afetivo da mulher. "O importante é que ela escolha, orientada sempre por um especialista, a atividade física que seja ideal e que, acima de tudo, lhe proporcione prazer", finaliza.


domingo, 20 de março de 2011

Consumo de aspartame pode afetar o sistema nervoso e os rins


Adoçante artificial só deve ser consumido com aconselhamento médico.


Na busca por alternativas para substituir o açúcar refinado, muitos produtos foram lançados usando o aspartame como adoçante artificial. Mas essa substância não é uma opção saudável e pode trazer inúmeros malefícios ao nosso organismo. Na verdade, o aspartame é uma bomba relógio armada para explodir de vez com a saúde! Tontura, fraqueza, dormências e problemas de visão podem sinalizar envenenamento por metanol que pode ocorrer graças ao consumo constante e em longo prazo de produtos com aspartame.


Composto de ácido aspártico, fenilalanina e metanol, o aspartame é diretamente afetado pelo aumento de temperatura. Bastam 30 graus para transformar metanol em formol e ácido fórmico, neurotoxinas que provocam a morte celular.


A exposição crônica ao formol, mesmo em níveis baixos, comprovadamente causa danos neurológicos que podem se tornar irreversíveis se não houver tratamento.


O metanol também é encontrado em grande quantidade em refrigerantes chamados diet. Apenas um litro de refrigerante diet contém em média 56 miligramas de metanol - sete vezes a quantia diária de consumo considerada segura pelos médicos.


Mas isso é só parte do problema. Aspartame também contém um aminoácido chamado ácido aspártico. Suas excitotoxinas podem causar a morte de células que compõem a bainha de mielina das fibras nervosas. O fato das excitotoxinas estarem em forma líquida piora tudo, pois são absorvidas com muito mais rapidez e os malefícios são mais rápidos no organismo. Assim, fique esperto.


Um dos maiores perigos do aspartame é que sua ingestão, normalmente feita em pequenas quantidades, mascara problemas que podem se tornar sério para o organismo.


Mesmo sem sintomas, fuja de qualquer produto com aspartame. Adoçantes em geral não são aliados da boa saúde. Nem em dietas de emagrecimento, que devem usar sempre alimentos naturais. O consumo só é indicado em casos especiais e deve ser acompanhado por médico.
Fonte: minha vida.com.br - 18.03.11