Achei muito interessante abordar esse assunto... Mas não desanimem meninas, o esforço e a força de vontade, trazem resultados surpreendentes... Se quiser, compartilhe aqui!!!
Massa magra é motor do corpo e ajuda maior parte das reações químicas.
Na menopausa e andropausa, a testosterona cai e a gordura aumenta.
Os homens têm mais massa magra que as mulheres, motivo pelo qual perdem peso com mais facilidade. Isso porque os músculos são o motor do corpo e promovem a maior parte das reações químicas que transformam nutrientes em energia, o que garante a queima calórica.
Nas células musculares, organelas chamadas mitocôndrias são responsáveis pelo gasto energético. Os músculos também ajudam no metabolismo basal, que é a queima do organismo em repouso, necessária para manter o funcionamento dos órgãos vitais. Quando os homens diminuem a ingestão de alimentos e fortalecem a massa magra, aumentam ainda mais esse gasto.
Segundo os endocrinologistas Alfredo Halpern e João Eduardo Salles, a mulher concentra mais gordura no quadril, culote, bumbum, coxas, cintura e seios. Já a silhueta masculina é mais marcada na barriga.
Quando entram na menopausa, as mulheres ganham ainda mais massa gorda, que costuma se acumular no abdômen. Como o ovário para de funcionar, cai a produção de testosterona, hormônio masculino que ajuda no crescimento dos músculos.
Os homens também costumam aumentar de peso na andropausa, porque, assim como as mulheres, sofrem uma redução na produção de testosterona, adquirindo massa gorda e perdendo a magra.
O metabolismo pode ser acelerado com a atividade física, mas não é possível saber quanto tempo ele fica acima do nível, pois isso depende da intensidade do exercício.
Para aumentar o metabolismo basal e queimar calorias até dormindo, os médicos recomendaram controlar a alimentação, fazer atividade aeróbica e também musculação.
Dormir bem também ajuda. Segundo Salles, quem descansa pouco e mal reduz até 36% a taxa de metabolismo basal e acaba engordando mais.
Além disso, receber leite materno na infância previne a obesidade na vida adulta, de acordo com Halpern.
Calcule o seu metabolismo basal:
- 3 a 10 anos [0,085 x P + 2,033] x 239 [0,095 x P + 2,110] x 239
- 10 a 18 anos [0,056 x P + 2,898] x 239 [0,074 x P + 2,754] x 239
- 18 a 30 anos [0,062 x P + 2,036] x 239 [0,063 x P + 2,896] x 239
- 30 a 60 anos [0,034 x P + 3,538] x 239 [0,048 x P + 3,653] x 239
P = peso corporal em kg
* Essa conta não é válida para mulheres durante o período de amamentação.
Mulher pouco ativa (taxa basal + 20% = gasto calórico diário)
Mulher ativa (taxa basal + 30%)
Mulher muito ativa (taxa basal + 40%)
Homem pouco ativo (taxa basal + 25%)
Homem ativo (taxa basal + 35%)
Homem muito ativo (taxa basal + 45%)
Exemplo da taxa metabólica de uma mulher de 37 anos ativa: taxa basal 1.381 calorias + 30% = 1.795 calorias
Pensando Leve
Na luta para emagrecer até o verão, Danieli já perdeu 3 quilos, com muito esforço. O marido dela, que nem está participando do projeto, já eliminou quase 6 após mudar a alimentação.
Fonte: programa bem estar - 23.11.11
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sábado, 26 de novembro de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Aprenda a conviver bem com a menopausa
Reposição hormonal, dieta e prática de exercícios são condutas essenciais
Em geral, por volta dos 50 anos, a mulher começa a apresentar sintomas típicos de uma fase conhecida como menopausa que, por definição, é a suspensão do ciclo menstrual por um período superior a um ano.
Essa complicada etapa da vida, que marca o final da idade reprodutiva, em raras vezes passa despercebida, provocando desconfortos físicos e psicológicos. São as terríveis ondas de calor, a sudorese exacerbada e o ressecamento da vagina e da pele, acompanhados de irritabilidade e alterações de humor.
"O que acontece é que o organismo da mulher vai parando de produzir estrogênio. Esse período de irregularidade hormonal é denominado climatério, fase que compreende cerca de 2 anos antes da menopausa (perimenopausa) e vai até dois anos depois dela, podendo variar de mulher para mulher", explica o professor auxiliar da Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC e membro da Associação Brasileira do Climatério, Rodolfo Strufaldi.
Ele esclarece que os desagradáveis sintomas são comuns na maioria das mulheres (70%). Mas existem aquelas que passam por essa etapa sem sentir praticamente nada. "Porém, sintomático ou assintomático, é um período que inspira cuidados porque, sem a proteção do estrogênio, também aumenta o risco de eventos cardiovasculares e de osteoporose", alerta.
Para as mulheres que apresentam sintomas, o especialista recomenda a reposição hormonal.
Essa terapia pode se estender de 5 a 10 anos. Porém, para as mulheres que não sentem nada, ainda não há consenso internacional sobre a necessidade ou não de se administrar o tratamento.
Essa terapia pode se estender de 5 a 10 anos. Porém, para as mulheres que não sentem nada, ainda não há consenso internacional sobre a necessidade ou não de se administrar o tratamento. De qualquer forma, o especialista reforça que, para todas as mulheres no climatério, é essencial uma mudança de hábitos. "Parar de fumar, por exemplo, é importantíssimo para não aumentar ainda mais o risco cardiovascular. Além disso, uma dieta saudável e mais rica em cálcio ajuda contra a osteoporose", afirma Strufaldi. É recomendável ainda que a mulher evite a ingestão de gorduras e carboidratos em excesso, para não aumentar os níveis de colesterol.
Associado a isso, a prática regular de atividade física também é fundamental. Além dos benefícios mais imediatos ao organismo, melhora o humor e a memória. Isso porque o exercício provoca secreção de endorfinas, que funcionam como analgésicos naturais, e também aumenta os níveis de serotonina, um hormônio neurotransmissor que interfere positivamente no estado afetivo da mulher. "O importante é que ela escolha, orientada sempre por um especialista, a atividade física que seja ideal e que, acima de tudo, lhe proporcione prazer", finaliza.
Fonte: Minha Vida - 20.01.11 - http://www.minhavida.com.br/conteudo/12677-Aprenda-a-conviver-bem-com-a-menopausa.htm
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