O uso de gelo e bolsa de água quente é comum entre praticantes de atividade física, pois esses são recursos de utilização simples e bastante acessíveis. Porém, eles causam resultados diferentes no corpo e é muito importante saber em qual ocasião utilizar cada um, pois por mais que pareçam inofensivos, sua utilização incorreta pode agravar o caso.
O gelo deve ser utilizado quando há inflamação. Os sinais que indicam inflamação são: dor, inchaço, vermelhidão, aumento da temperatura do local e diminuição da função (como amplitude de movimento ou força). O gelo nessa situação ajuda a reduzir o inchaço e a dor, além de limitar a extensão da lesão. Em casos de lesões agudas, como entorses de tornozelo, quanto mais rápido o uso do gelo melhor.
Uma proteção deve ser utilizada entre o gelo e a pele, como um pano ou plástico, e o tempo da aplicação deve ser de 20 minutos. É necessário um período de no mínimo duas horas entre uma aplicação e outra, mas se você não tem recomendação médica faça uso do gelo no máximo duas vezes ao dia. O cotovelo e região lateral do joelho (próximo à cabeça da fíbula) devem ser locais evitados por alojarem nervos superficiais, e nas extremidades do corpo (dedos das mãos e dos pés) o tempo de aplicação deve ser menor e a precaução redobrada.
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O calor superficial gerado por uma bolsa de água quente ajuda no relaxamento muscular, sendo assim deve ser utilizado em casos de tensões musculares esporádicas. Se você tem alguma tensão muscular crônica, isto é, você sempre sente algum músculo tenso, o calor vai aliviar a contração muscular excessiva apenas temporariamente, e o real motivo dessa tensão deve ser diagnosticado e tratado por um profissional.
Nunca use bolsa de água quente logo após uma lesão ou se o local apresenta alguns dos sinais inflamatórios citados acima. O calor irá piorar o quadro. A temperatura deve ser alta porém suportável, sem causar queimadura, e o tempo de utilização é até não estar mais quente.
Matéria publicada no site Globo Esporte
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Suco de laranja ajuda a controlar o apetite
O grande vilão: suco de Laranja, virou mocinho!
Uma pesquisa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara (SP) afirma que a laranja pode ser aliada para os interessados em perder peso.
Mesmo a fruta sendo considerada calórica, os pesquisadores constataram que ela libera uma substância capaz de aumentar a saciedade e ajudar na inibição do apetite. O estudo foi realizado com 40 voluntários, que tomaram o suco de laranja durante um ano e passaram por diversos testes de sangue após o período. Foi descoberto que a bebida aumenta os níveis de leptina no organismo, que hormônio age em uma região do cérebro (hipotálamo) e inibe os receptores do apetite.
Segundo especialistas, apesar de cada copo de suco ter em média 120 calorias, a ingestão de cerca de um litro diariamente não altera o peso das pessoas. Outra pesquisa realizada na instituição, ofereceu durante uma semana o suco de laranja puro e feito na hora para voluntários. Na outra semana, ofereceram o suco pasteurizado, o tradicional suco de caixinha. Na terceira, um preparado especial, feito com água e açúcar, numa composição parecida com a dos refrigerantes. Depois de tomar a bebida, os participantes tinham o sangue analisado (glicose, insulina, leptina e adiponectina).
A melhora nos índices foi detectada tanto com o consumo do suco fresco quanto com o pasteurizado. Apenas os consumidores do preparado com açúcar é que não tiveram efeitos positivos no corpo. Vale ressaltar que pessoas com faixa de peso normal se beneficiaram mais do que as que apresentavam sobrepeso ou obesidade. A vitamina C e as isoflavonas presentes no suco de laranja podem ser as responsáveis pela melhora nos índices. Portanto, os tradicionais lanchinhos da tarde podem ser trocados pela ingestão do suco de laranja, que além de gerar saciedade, possui nutrientes e refresca nos dias quentes!
Fonte: Portal da EF - 15.01.14
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Exercícios físicos melhoram o rendimento escolar de crianças
Um estudo realizado pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, afirma que crianças fisicamente aptas absorvem e retém melhor novas informações em relação a crianças sedentárias.
O objetivo da pesquisa foi defender a importância da Educação Física Escolar no desenvolvimento dos alunos. Segundo os pesquisadores, a disciplina não deve ser negligenciada pelas escolas em nenhuma hipótese. Outros estudos já analisaram o papel da atividade física na melhora do desempenho acadêmico ou cognitivo, porém nenhum havia examinado especificamente de que forma a aptidão física pode afetar a forma como as crianças aprendem.
Para isso, um grupo de meninos e meninas entre 9 e 10 anos de idade testaram sua capacidade aeróbica em uma esteira. Depois, os pesquisadores pediram que 24 dos mais aptos e 24 dos menos aptos trabalhassem em tarefas de memorização difíceis. No caso, foram fornecidos iPads para as crianças com vários mapas de terras imaginárias. O objetivo era combinar os nomes com as regiões corretas, e repetirem o processo até todos os nomes estarem nos locais certos. As crianças viram esses nomes no seu lugar por seis segundos. Em seguida, eles apareceram no mapa na sua posição correta mais seis vezes, enquanto as crianças tentavam memorizá-los.
Um dia depois, todas as crianças voltaram para o laboratório e foram convidadas a rotular corretamente as regiões dos diferentes mapas. No mapa que envolveu o tipo mais difícil de aprendizado – memorização sem testes intermitentes – as crianças que estavam em melhor condição aeróbica significativamente superaram o grupo menos apto, lembrando-se cerca de 40% dos nomes das regiões com precisão, em comparação com apenas 25% do outro grupo. Ao demonstrar a importância da aptidão física, o estudo sutilmente reforça a importância da educação física e programas de atividade física semelhantes nas escolas, já que isso pode ampliar a capacidade dos alunos de aprenderem.
Fonte: Portal da EF - 20.10.13
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