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quarta-feira, 17 de abril de 2013

CONTRUA MÚSCULOS NO BODY PUMP

Estudo comprova que ganho de massa magra é possível com apenas 30% de sobrecarga

Grandes Pesos = aumento de músculos?

Um novo estudo mostra que um ganho de massa magra similar pode ser adquirido com pesos mais leves. O segredo está na fadiga muscular.

Os estudos compararam dois grupos: um grupo levantando 90% de sua maior sobrecarga (1 RM – repetição máxima) e outro apenas 30%.

Levantar 90% de sobrecarga máxima significa dizer que uma pessoa pode executar de 5 a 10 repetições antes de a fadiga começar. Já nos 30%, uma pessoa poderia executar pelo menos 24 repetições antes da fadiga.

Os estudos apontaram um aumento da musculatura em ambos os grupos e algumas destas mudanças foram mantidas por um maior tempo depois do treino no grupo de sobrecarga mais leve!

O ingrediente chave é a fadiga. Você deve estar cansado ao final de cada série ou música (no caso do Body Pump), mas é claro, com uma boa forma de movimento.

Por que é importante construirmos músculos quando treinamos?

1) MÚSCULOS QUEIMAM GORDURA.

O treinamento com pesos é muito mais efetivo para a perda de peso do que exercícios aeróbios sozinhos. Construir massa muscular significa queimar gordura mesmo    quando    em   repouso, pois   os   músculos necessitam da gordura para sobreviverem.




2) MÚSCULOS PROTEGEM AS ARTICULAÇÕES.
Muitas das mudanças degenerativas ocorridas na coluna e nas articulações periféricas com o aumento da idade são atribuídas à perda de massa muscular. Você perde musculatura ao longo dos anos, e quanto menos massa muscular tiver maior é o stress nas articulações.
Muitas pessoas com idade acima dos 40 anos são relutantes em levantar grandes pesos por temerem algum tipo de lesão. O Body Pump pode ser indicado como substituto deste tipo de treinamento, mas com os mesmos resultados.
MULHERES! Vocês não vão aumentar o volume! Esta é uma ótima informação para quem quer tonificar e definir o corpo e vestir bem o jeans.
Isto se deve ao fato de as mulheres terem níveis de testosterona muito mais baixos do que os homens, que é um dos hormônios de crescimento chave para o ganho de massa muscular. Sendo assim, é muito mais difícil para elas aumentarem o tamanho dos músculos.
As mudanças que as mulheres notarão serão um melhor tônus muscular e perda de gordura, e não músculos volumosos!
Fonte:  Body Systems e




terça-feira, 16 de abril de 2013

Atividade física modifica o cérebro

Pesquisa recente sugere que efeitos benéficos de exercícios físicos não se limitam apenas ao corpo. Praticar uma atividade física influencia na saúde cerebral.
 
Os resultados mostraram que as pessoas fisicamente ativas foram mais rápidas nos testes de atenção e memória.
Praticar atividade física pode modificar a estrutura e o funcionamento do cérebro. É o que aponta um estudo publicado recentemente pela revista Neurobiology of Aging sobre a importância de um estilo de vida fisicamente ativo na saúde cerebral.
 
Na pesquisa, um grupo de investigadores da Universidad de Uppsala, na Suécia, questionou 331 homens e mulheres com idades de 75 anos sobre a quantidade de exercício físico que realizavam semanalmente. Esse mesmo grupo foi submetido a diversos exames, entre eles ressonância magnética, para avaliar desde a estrutura do cérebro até a capacidade cognitiva de cada um.
 
Os resultados mostraram que as pessoas fisicamente ativas foram mais rápidas nos testes de atenção e memória. Também foi observado nesse grupo um volume maior de massa cinzenta - a que processa a informação no cérebro.
 
O estudo conclui que praticar exercícios físicos é uma ação das mais relevantes na saúde mental, principalmente dos idosos.
 

Fonte:Universia 3/4/2013

domingo, 14 de abril de 2013

Insônia é mais comum nas mulheres e pode aumentar o risco de doenças

 
Dormir é o momento que o corpo e a mente têm para descansar. Porém, algumas pessoas têm insônia e esse momento acaba se tornando um transtorno – a dificuldade em iniciar ou manter o sono pode deixá-las ainda mais cansadas e sonolentas.

No caso das mulheres, isso é ainda mais comum por causa das alterações hormonais ao longo do dia a dia, seja na TPM, na gestação, na menopausa ou até mesmo na fase pós-parto, como explicou o ginecologista José Bento no Bem Estar desta terça-feira (9).

Além disso, acredita-se que a mulher tenha também uma predisposição genética a esse distúrbio. De acordo com o médico, além das preocupações das mulheres com o trabalho, filhos e com a casa, outros problemas como estresse, ansiedade e até mesmo dores causadas pela enxaqueca ou pela fibromialgia também podem dificultar o relaxamento do cérebro e causar a insônia. Em longo prazo, essa privação do sono pode aumentar o risco de doenças, como hipertensão, diabetes, depressão e até mesmo obesidade, como explicou a neurologista Andrea Bacelar.



Para contornar o problema, a neurologista Andrea Bacelar deu algumas dicas, como mostra o infográfico acima. No caso da atividade física, no entanto, vale ressaltar que ela deve ser feita, mas não antes da hora de ir para a cama - nesse momento, é importante também evitar bebidas com cola, mate e cafeína, remédios tranquilizantes e alimentos muito pesados. Além disso, é importante também não ficar na cama esperando o sono chegar - segundo a médica, ler um livro ou assistir à televisão pode ajudar a dar vontade de dormir.

Como explicaram os médicos, a mulher que tem insônia costuma manter o cérebro em estado de alerta em momentos em que essa freqüência deveria ser menor – por isso, elas acabam despertando por causa de pequenos ruídos, como uma pessoa entrando no quarto, batendo na porta, ou até mesmo um simples latido de um cachorro ou a buzina de um carro. Por causa desses sons, ela pode ter um sono não reparador e acordar cansada - porém, como alertou a neurologista Andrea Bacelar, é importante se levantar mesmo assim para que o sono da próxima noite seja melhor já que estará "acumulado".

Além das desagradáveis olheiras, em curto prazo, os impactos desse distúrbio podem fazer a pessoa começar também a esquecer fatos recentes, ter comprometimento em sua criatividade, reduzir sua capacidade de planejar e executar, ficar desatenta, ter lentidão no raciocínio e também dificuldade de concentração.

Se a insônia se tornar crônica, pode desencadear envelhecimento precoce, diminuição do tônus muscular, comprometimento do sistema imunológico, doenças cardiovasculares e gastrointestinais e também perda crônica da memória.

No entanto, o problema é maior ainda se estiver associado a outra doença, como a depressão. Como explicou a neurologista Andrea Bacelar, os efeitos da insônia combinados com a depressão podem comprometer a saúde das mulheres, que ficam cada vez mais cansadas. Além do cansaço, a junção desses dois problemas pode também causar alterações de humor, falta de disposição, pressão alta, aumento de peso e até mesmo diabetes.

Pernas inquietas
Depois de um dia de trabalho e cheio de atividades, todo mundo quer chegar em casa e descansar. Porém, algumas pessoas começam a ter contrações musculares involuntárias nas pernas - uma síndrome que afeta até 11% da população.

Segundo a neurologista Dalva Poyares, o tratamento é importante para controlar os sintomas e a evolução do problema. Porém, é importante prestar atenção a condições clínicas, como doenças nos rins ou fígado, que podem agravar a síndroma das pernas inquietas.

Fonte: Programa Bem Estar - 09.04.13