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sábado, 22 de setembro de 2012

Alimentos anti-inflamatórios para o alívio da dor

 
Febres, dores, inchaços, mal-estar. Todos esses sintomas desagradáveis podem ser consequências diretas de um processo de inflamação, ou seja, uma resposta do organismo que ocorre tanto para cicatrizar um ferimento, como para proteger contra uma infecção. O processo inflamatório serve como barreira para evitar que os micro-organismos penetrem nas mucosas e feridas, de tal forma a comprometer a saúde.
 
 
No entanto, a situação começa a mudar de figura quando o processo inflamatório, ao invés de funcionar como uma resposta a um agente externo mal-intencionado, começa a se instalar no organismo de forma crônica. E muitas vezes, o gatilho para esse processo é acionado pelos alimentos que consumimos no dia a dia, já que determinadas substâncias neles contidas, como as gorduras saturadas, gorduras trans, açúcares refinados, etc., podem ser extremamente irritantes ao organismo. Nesse caso, o corpo dará o sinal ao sistema imunológico de que é preciso atuar contra elas, eliminando-as.
 
Na inflamação crônica, há a ativação por longo prazo do sistema de defesa, promovendo alterações hormonais na mobilização das gorduras e estresse oxidativo, processo relacionado ao envelhecimento precoce, entre outros danos. Essa inflamação tem sido apontada como fator preponderante para o desenvolvimento de diversas doenças, como Alzheimer, diabetes, doenças cardiovasculares, artrite, câncer e até mesmo a obesidade.
 
 
A boa notícia é que alguns alimentos podem modular a resposta inflamatória, prevenindo e inibindo este processo, fortalecendo o sistema imunológico e o equilíbrio de todas as funções básicas do organismo. Veja quais são eles:
 
 
- Algas marinhas wakame, kombu, hiziki: contém polissacarídeos carboidratos complexos que ajudam a varrer os radicais livres do organismo - importantes na mediação do processo inflamatório e na patologia de diversas doenças.
 
 
- Óleo de abacate: possui inúmeros compostos que trabalham em conjunto no combate à inflamação. Isto inclui os carotenóides, fitosteróis, ácidos graxos ômega-3 e ômega-9 e a vitamina E.
 
 
Dica da Nutricionista: o óleo de abacate é mais estável a altas temperaturas do que outros óleos vegetais. Sendo assim, pode ser utilizado em preparações quentes, como refogados, sem alterar sua estrutura química.
 
 
- Chia, linhaça, óleo de peixe: ricos em ômega-3, ácido graxo que diminui significativamente a produção e efetividade de prostaglandinas substâncias naturais similares a hormônios, que podem acentuar a inflamação.
 
 
- Oleaginosas nozes, amêndoas, castanhas: são ricas em arginina, que aumenta a produção de oxido nítrico e estimula a dilatação dos vasos, melhorando a circulação. Fontes de gorduras mono e poli-insaturadas, que atuam na redução do colesterol, triglicerídeos e da pressão arterial. E, ainda, contém boas doses de magnésio, mineral com elevado potencial anti-inflamatório.
 
 
- Cúrcuma: fonte de curcumina, um antioxidante importante na modulação da inflamação. Além disso, aumenta a produção de adiponectina - hormônio relacionado à oxidação das gorduras.
 
Dica da Nutricionista: adicionar a cúrcuma no final das preparações, para que sejam preservados os seus benefícios! Arroz integral, molho de tomate e legumes ao vapor combinam bem com este condimento!
 
- Açaí, cranberry, goji berries, uva escura: são ricas em flavonóides como as antocianinas, que neutralizam a ação dos radicais livres, moléculas responsáveis por danos ao nosso organismo. Pesquisas têm mostrado que as antocianinas inibem a enzima ciclooxigenase impedindo a síntese de prostaglandinas de modo mais eficiente do que alguns medicamentos anti-inflamatórios. Melhor ainda: sem os efeitos colaterais indesejáveis!
 
- Azeite de Oliva Extravirgem: um estudo recente identificou no azeite, um agente natural anti-inflamatório, batizado pelos pesquisadores de oleocanthal, que atua inibindo a atividade da enzima ciclooxigenase, sendo um potente anti-inflamatório. Também é fonte de compostos fenólicos, que além da função anti-inflamatória, possuem atividade antioxidante.
 
Dica da Nutricionista: substitua a manteiga convencional pela manteiga de azeite com ervas. Basta colocar azeite extra-virgem com as ervas de sua preferência em uma vasilha e levá-la à geladeira, até solidificar.
 
 
Boas opções de ervas são: manjericão, alecrim e orégano. Variá-las a cada preparação deixa a manteiga com um sabor diferente e delicioso!
 
 
- Gengibre: possui em sua composição o gingerol, substância com elevado poder analgésico, antipirético e bactericida. E, ainda, contém selênio - mineral com excelente ação anti-inflamatória.
 
- Alho: fonte de aliina e alicina, substâncias de potente ação antioxidante, que estimulam a resposta imunológica e atuam no combate a infecções e inflamações.
Dica da Nutricionista: para aproveitar as suas propriedades benéficas deve-se picar e macerar o alho e esperar por cerca de 10 minutos para a sua utilização tempo necessário para as enzimas presentes no próprio vegetal agirem. Consumi-lo preferencialmente cru, ou no final das preparações.
 
Vale destacar que neste contexto, alguns estudos vêm demonstrando bons resultados na adoção de uma dieta sem glúten. Isso porque há uma ativação do sistema imunológico, quando o corpo não digere bem essa proteína. Nessas condições, ela acaba sendo identificada como um corpo estranho pelo organismo. Porém, nos dias atuais, a oferta de produtos sem glúten é grande. É possível encontrar pães, biscoitos, torradas, bolos, macarrão, massa de pizza, barras de cereais, farinhas, entre outros, que podem substituir as versões tradicionais, com glúten, sem prejuízos à dieta e à saúde!

Fonte:Área de treino 19/9/2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Abdominais isométricos são mais eficazes para chapar a barriga que os tradicionais


Quem tem o sonho de ter uma ''barriga de tanquinho'' sempre está em busca de quais são os melhores alimentos e treinos abdominais para alcançar a meta. No entanto, não são todos que arriscam abandonar os abdominais tradicionais, aqueles feitos por meio de flexões da coluna, para apostar nos isométricos, que são considerados mais eficientes. Existe uma resistência cultural de trocar do exercício tradicional para o isométrico, mas há diversos estudos que afirmam que ele deixa a musculatura do core, que consiste nos músculos abdominais e da lombar, mais firme. 
Os exercícios tradicionais para o abdome não trabalham a musculatura do core de uma maneira completa. Esses músculos são essenciais para o corpo e o controle da região lombar, contribuindo para estabilizar a coluna.
Além disso, estudos publicados em revistas internacionais afirmam que os exercícios tradicionais potencializam as lesões na coluna. Algumas pesquisas afirmam que a coluna não foi feita para ser flexionada várias vezes seguidas. As vértebras têm uma 'vida útil' e o excesso de exercícios desse tipo contribui para deixar a coluna sobrecarregada. Dor lombar crônica e hérnia de disco são alguns dos riscos dos abdominais com flexão de coluna.
Já os isométricos, por sua vez, não oferecem nenhum risco de lesão e podem até aliviar dores lombares. A contração lombar não é contra indicada e fortalece alguns músculos do abdome responsáveis pela dor lombar. Ao fortalecer a musculatura, há uma melhoria na função deste músculo.
No entanto, os abominais isométricos exigem um pouco mais de condicionamento físico. Recomenda-se começar pelos exercícios mais fáceis, como a prancha, para depois acrescentar sobrecarga e até instabilidade nos exercícios. Alguns exercícios isométricos têm alguns malabarismos, portanto o ideal é começar pelo mais fácil, como a prancha, e depois progredir para a isometria na fitball, por exemplo.
Ainda que os abdominais tradicionais continuem sendo o favorito, recomenda-se complementar o treino com os isométricos.
 
Procure sempre a orientação de um Profissional de Educação Física para fazer o seu treino pois você terá mais segurança e mais eficiência!

Fonte:Uol 19/9/2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Você sabe o que é TRX??


“Efetivo, desafiador e divertido”, são os três adjetivos citados por Randy Hetrick quando pediram para ele definir o TRX. Minha experiência em usá-lo, concordo plenamente com ele.

Randy é o criador do TRX e ex-comandante do grupo de elite da Marinha norte-americana, Navy SEALs. TRX é uma das mais novas tendências do mercado fitness.

TRX Suspension Training: uma nova forma de treinar

Entre as cordas e fitas suspensas, o treino começa! Nada de aparelhos de ferro, o material é todo reforçado em nylon e preso a uma barra fixa. Exercícios como agachamento, remada, flexão e abdominal fazem o seu corpo liberar o ácido láctico, e logo, se inicia a sensação comum de “queimação” nos músculos. É a hora de parar? Não! O treino só está começando. Em 30 minutos, é possível perceber a variação de exercícios que podem ser realizados no TRX com o próprio peso do corpo. Exercícios que exigem força, equilíbrio, flexibilidade e estabilidade, além de autoconfiança e superação de limites. O TRX pesa menos de 900gr e é ajustado de acordo com a capacidade de cada pessoa; haja autoconfiança!

TRX: A ideia

Randy conta que quando estava à frente do principal esquadrão de elite da Marinha mundial, ele e seus companheiros passavam parte dos seus dias dentro de submarinos, galpões e alojamentos, que não possuíam nenhum tipo de equipamento de treinamento. Sendo assim, era preciso encontrar um modo de manter o máximo de condicionamento físico durante as longas missões oficiais. Certo dia, ao abrir a mala, Randy explica que levou sua faixa de judô acidentalmente, e foi com ela que começou a ter ideias de treinos. Ao amarrar a faixa em uma porta, Randy começou a criar movimentos similares aos realizados em academias. Com o tempo, Randy começou a aprimorar a técnica através de cordas de paraquedas, e assim, o TRX foi criado. “A Navy SEALs dos Estados Unidos é como o BOPE do Brasil. É preciso estar sempre em forma, e nas longas missões era necessário encontrar alguma maneira de treinar”, explica Randy, acrescentando que “através da faixa de judô percebi as possibilidades de treinar utilizando o próprio corpo. Aprimorado com as cordas de paraquedas encontrei uma nova forma de treinar em alto mar”. Quando Randy foi estudar negócios na Universidade Stanford, na Califórnia, utilizava a técnica durante as aulas de condicionamento físico, e os próprios treinadores começavam a comentar que o TRX podia ser uma nova opção de treinamento para o mercado.

TRX: O mercado

Acreditando na criação, Randy começa a produzir e comercializar o produto, que se esgotou rapidamente no primeiro lote. Hoje em dia, as pessoas aceitam cada vez mais o TRX, e a empresa já comemora os 7 anos no mercado. Por conta da funcionalidade e versatilidade, o TRX conquista novos adeptos e está sendo uma nova opção em academias e estúdios. Através dos produtos originais e com design e qualidade inovadoras, a maioria dos profissionais de Educação Física se interessam cada vez mais pela modalidade. O TRX pretende levar para o mercado uma nova metodologia para os atletas que treinam para o seu esporte, militares que treinam para o combate, além de treinadores e profissionais do fitness que treinam seus clientes. Para investir no produto, basta acessar o site e realizar a sua encomenda: http://www.trxtraining.com.br/

Eu já uso com meus alunos e no meu treino! Quer experimentar?  Procure-me!!!

Fonte: Portal da EF - set/12